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Relicário

Relicário Presépio


Primeiro relicário efetuado no ArteAzul-Atelier, em junho de 2013

Este relicário, como mostra a imagem, foi o primeiro efetuado no ArteAzul-Atelier. Como em qualquer outro trabalho do qual não há conhecimento exato da técnica, foi necessário estudo e pesquisa para encontrar a solução de alguns problemas que se nos deparam com a realização de alguns pormenores. Mas nem sempre se encontram essas soluções com facilidade. Um trabalho de experimentação, optando pelos materiais que melhor se adequam à execução, é fundamental.
Após um período experimental e a idealização do projeto, foi feita uma maquete em cartão. A partir dos vários elementos que formam a maquete, mandou-se cortar as respetivas peças em vidro fino e também duas peças em tabopan (aglomerado de madeira).
Com exceção de alguns detalhes, importantes apesar de tudo, todo o trabalho de construção do relicário é semelhante ao da execução de registos. Enquanto o registo é pendurado, tal como um quadro, na parede, um relicário, normalmente, é colocado em cima de um móvel em local de destaque.
Os relicários, num sentido mais sério e digno, são estruturas construídas de materiais diversos que permitem preservar corpos de santos ou parte deles; objectos; substâncias ou algo material para efeitos de veneração no âmbito religioso.
Modernamente, os relicários vêm sendo também utilizados para guardar e ao mesmo tempo expor imagens tridimensionais de santos, do mesmo modo no sentido da veneração. São estes a que o ArteAzul Atelier dá atenção especial.
Efetuada a maquete com os diferentes elementos em cartão, é muito importante que o corte dos vidros seja absolutamente rigoroso, ou seja, o polígono de cada face da maquete deve ser transposto exatamente com as mesmas dimensões e ângulos para o polígono correspondente em vidro. Só assim, o processo de colagem dos lados de cada polígono em vidro será possível com êxito.

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