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ArteAzul-Atelier

 

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As lojas chinesas estão a tornar-se uma praga, graças à pouca cultura que a nossa gente tem. Cada vez que compram um produto chinês, nós os portugueses e Portugal, ficamos mais pobres. Além disso, ao comprarmos produtos chineses estamos a empurrar mais portugueses para o desemprego.

Digam-me o que é que os comerciantes chineses compram nas lojas portuguesas? Porque é que não têm, também, alguns produtos portugueses nas suas lojas? O que me parece é que eles praticam um quase racismo comercial, relativamente aos produtos portugueses. A forma de os fazer mudar de estratégia é, ao entrar nas suas lojas, questioná-los, pedir-lhes produtos portugueses. Se sabem que somos nós que lhe demos dinheiro a ganhar, também deviam pensar um pouco em retribuir e não só mandar dinheiro para a China. A maior parte dos produtos chineses não têm qualidade, pelo que lembramos: «quem se veste de ruim pano, veste-se duas vezes no ano.»

Céu e sua luminosidade

Estudo da representação do céu

Na pintura ao ar livre, a luz invade tudo: árvores, montanhas, mares, terra, etc. Todos os elementos da paisagem têm as suas cores matizadas pela incidência dos raios do sol. Há, no entanto, um elemento que, poderemos dizê-lo, não possui luz própria - o céu -, mas é, na pintura, uma fonte de luz que define as cores. O céu, na paisagem, é um elemento importantíssimo, pois toma diferentes colorações, dependendo da altura do ano, do dia, do tempo, da temperatura.

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Tintas Vitral

Prato com tintas vitral

Aproveitámos um prato de vidro com círculo central liso e borda circular com textura de formas geométricas irregulares. Esta foi pintada com uma multiplicidade de cores vitral transparentes de que resultou um bonito colorido do tipo dos verdadeiros vitrais.

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Os Pigmentos

Aclarar e escurecer uma cor

No passado, os pigmentos eram retirados de substâncias naturais (certos tipos de terra, raízes, etc.), posteriormente trabalhadas na oficina, geralmente pelo próprio pintor e seus aprendizes. Para obter o vermelho, por exemplo, pulverizava-se um fragmento de cinábrio, também chamado cinabre ou sulfureto de mercúrio nativo, com uma pequena marreta e o pó era misturado ao óleo.

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Conjunto Shabby Chic

Utilidade e decoração

Caixinha, frasquinho de perfume, candeeiro com abajur, quadro, pequeno espelho.

Todas as peças foram executadas segundo o estilo Shabby Chic, usando-se cores brancas e cores pastel (exemplo rosa). Foram aplicadas rendas, pérolas, galões, flores de tecido e fitas de seda, conseguindo-se, deste modo, o estilo romântico característico do Shabby Chic.

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Fusão dos jornais locais

Fusão dos jornais locais: estaria de acordo se...

Bento Monteiro pseudónimo que não consigo identificar, mas que vem clarificando muita coisa errada que por cá se passa e se exerce, descaradamente, sem que haja consequências para  os seus autores, escreveu no quinzenário Notícias de Barroso de 17 de Agosto, mais de meia página, com verdades como punhos. Os pecadilhos que aborda já vêm de longe e resumem-se a fundamentalismos bacocos que seria fácil ultrapassar se não vingasse o ditado popular: «quem está com o poder come, quem não está nem come nem cheira». Esta prática já vem do Estado Novo. Mas extremou-se com os excessos democráticos ao longo dos quarenta anos de regime que levamos, cada vez mais corrompido e generalizado. 

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Plátanos da Lapa

O mês de Junho é o mais voltado ao Ambiente, sendo o dia cinco o «Dia Mundial do Ambiente». Além disso, a preocupação com o Ambiente e a Biodiversidade (estamos no ano dedicado a este tema) passaram a estar presentes no vocabulário de alguns cidadãos e até alguns políticos pronunciam esta nova palavra como se fosse algo de exótico ou do jet set.

Até parece que estão a descobrir a «pólvora», mas, efectivamente, esta preocupação foi sempre manifestada por civilizações mais avançadas em diferentes períodos da História. Por exemplo a preocupação com as plantas, em geral, e com as árvores, em particular foi tida sempre em conta pelos nossos antepassados.

Enquanto hoje muitos olham para uma árvore como uma possível fogueira ou a aquisição de uma nota de cinco, dez, vinte ou cem euros, outrora representavam bem mais que isso.

É por isso que na transição da Monarquia para a República se assistiu às primeiras comemorações da Festa da Árvore e que se vieram a continuar pela 1.ª República e Estado Novo. Os maiores obreiros desta valorização e protecção das árvores, principalmente em espaços públicos, foram os Professores do Ensino Primário e os credenciados e dedicados Técnicos Florestais.

Ao longo de todo esse tempo assistiu-se à classificação «árvores de interesse público» de muitas árvores que hoje são uma mais valia para a região ou local em que estão arreigadas.

Trás-os-Montes não prima muito pela protecção dada a árvores de interesse público, podendo contar-se pelos dedos da mão as classificadas como monumentais. E em Chaves não conhecemos nenhuma. Para invertermos esta situação decidimos desencadear o processo de classificação de cinco plátanos de grande porte situados em frente à porta sul do Hotel/Forte de S. Francisco – no Parque de Estacionamento da Lapa. Estamos certos de que o Município de Chaves vai acolher bem esta iniciativa, que será continuada pela própria autarquia.

Alguns dirão que os cinco plátanos não são ainda árvores monumentais. É certo que há árvores com maior porte, mas a sua localização e a dimensão das copas são já uma mais valia para o turismo local, porque a partir do momento que forem classificados passarão a ser mais visitados por amantes das árvores, em que nos incluímos.

O plátano de Alijó é um exemplar de respeito, mas o Plátano de Portalegre já rivaliza, em notoriedade, com outros monumentos locais. Foi classificado quando tinha setenta anos e hoje tem cento e setenta, é o de maior copa a nível nacional. Quer isto dizer que daqui a um século todos se curvarão para a memória dos que souberam proteger e conservar estas grandes árvores. 

Para estes ilustres plátanos flavienses não devem ser olhados só sob o ponto de vista estético. Além de embelezarem, dão sombra refrescante, no Verão, e estão a produzir muitas toneladas de oxigénio que lançam no ar, ao mesmo tempo que «comem» muitos metros cúbicos de anidrido carbónico (CO2). Isto é, são fábricas que purificam o ar e proporcionam aos flavienses melhor qualidade do ar urbano ou seja, uma vida mais saudável.

Assim, enquanto alguns desalmados autarcas fazem podas bárbaras às árvores nos espaços urbanos, outros preocupam-se que as árvores cresçam com alguma liberdade, retribuindo estes generosos vegetais com melhor ar para os munícipes e mais frescura no Verão. Consideramos o Presidente do Município de Guimarães um dos maiores exemplos de autarcas no tratamento das árvores nos espaços urbanos, em que incluímos o Presidente do Município de Mirandela.

Hoje tira-se um curso profissional por dá cá aquelas palhas, porque não fazer cursos de poda de árvores para os trabalhadores municipais do Alto Tâmega, a fim de executarem podas que dêem boa imagem dos municípios e de quem os governa. A Associação Florestal do Cávado (253218713 e Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.,) têm técnicos engenheiros (um deles é flaviense) que ministram cursos de poda e de cirurgia de árvores.

Neste mês do Ambiente, desenvolvendo nós, há década e meia, actividades pedagógicas e didáticas na área da Floresta, foi a forma que encontrámos para nos associarmos a um município em que nos prendem laços afectivos e transmontanos. Oxalá que daqui a meio século outros possam comemorar o cinquentenário da classificação dos «Plátanos da Lapa» como árvores monumentais.