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ArteAzul-Atelier

 

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As lojas chinesas estão a tornar-se uma praga, graças à pouca cultura que a nossa gente tem. Cada vez que compram um produto chinês, nós os portugueses e Portugal, ficamos mais pobres. Além disso, ao comprarmos produtos chineses estamos a empurrar mais portugueses para o desemprego.

Digam-me o que é que os comerciantes chineses compram nas lojas portuguesas? Porque é que não têm, também, alguns produtos portugueses nas suas lojas? O que me parece é que eles praticam um quase racismo comercial, relativamente aos produtos portugueses. A forma de os fazer mudar de estratégia é, ao entrar nas suas lojas, questioná-los, pedir-lhes produtos portugueses. Se sabem que somos nós que lhe demos dinheiro a ganhar, também deviam pensar um pouco em retribuir e não só mandar dinheiro para a China. A maior parte dos produtos chineses não têm qualidade, pelo que lembramos: «quem se veste de ruim pano, veste-se duas vezes no ano.»

Reprodução a Óleo de Arte Sacra

Trabalhos do Atelier, por Amélia Raio

No ArteAzul-Atelier são várias as considerações que pensamos importantes e obrigatoriamente a ter em conta para uma boa reprodução a óleo de Arte Sacra. Entendemos que os procedimentos que utilizamos não obedecem a nenhum rol de regras teóricas estabelecidas por qualquer corrente artística ou por técnicas oriundas das escolas de Belas Artes.

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Camisola de Inverno

Peça de vestuário: camisola

para senhora, efetuada manualmente com fio de lã

O ArteAzul-Atelier utiliza as lãs, não apenas na execução de trabalhos de tapeçaria tecida artística, com o auxílio de um tear simples, mas também na manufatura de peças de vestuário como a que apresentamos na imagem.

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Camões perdoa e desculpa

Castelo Branco foi este ano a cidade escolhida para festejar o 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades. Presidiu à Comissão Organizadora das Comemorações o Dr. António Barreto, modelo de cidadão e de político honrado. No seu discurso de abertura ficou bem patente esse seu modo de ser, deixando fortes críticas aos que se servem dos cargos, em vez de servir no cargo. Frontal como é disse coisas como  estas: "Tudo é novo! Novo é também o facto de alguns políticos não terem dado o exemplo do sacrifício que impõem aos cidadãos". Quem não se sentiu muito à vontade com os discursos do dia foi Sócrates que vaiado pelo povo, seu conterrâneo, à entrada da sessão solene, veio dizer no fim que não "faz comentários sobre politiquices ou política". Mais optimista e responsável no dizer e pensar esteve Passos Coelho, o futuro Primeiro Ministro de Portugal que com aquela serenidade dos verdadeiros líderes, desabafou: "Gostei muito de qualquer dos discursos, foram muito importantes, mas não vou fazer comentários".

A ideia que partiu do Sr. Presidente da Republica em festejar este 10 de Junho na cidade albicastrense é de louvar pois é também pelo interior beirão que deve começar a reconstrução de um País potencialmente agrícola e turístico que se deixou adormecer e acordou agora... sobressaltado. Por isso uma vez mais alertou Cavaco Silva: "Está na hora de mudar de atitude, de desenvolver uma estratégia clara de revalorização do País, incentivando e apoiando o espírito indomável daqueles que aqui vivem e trabalham". Como Passos Coelho, também eu digo: Todos falaram bem, neste dia de Camões cujo nome quase não foi citado nas cerimónias, porque ao momento político interessa mais as teses de um José Mattoso e de um Orlando Ribeiro do que falar de Camões aos portugueses. Mas Camões perdoa e desculpa.

Justificação

Texto para ser contado e cantado

Escrevi este texto para ser contado e para ser cantado.

A convite do senhor Presidente da Junta de Freguesia de Mondim de Basto, Fernando Dinis Gomes, redigi uma palestra para ser proferida durante o I Encontro "Contar, Cantar e Pintar Mondim", que tive a honra de baptizar, e em que a referida autarquia pretendia homenagear todos os criadores da minha Terra - Bem haja senhor Presidente!

Tentei, nos cerca de vinte, vinte e cinco minutos que me estavam destinados e que correspondiam a cerca de dez páginas dactilografadas, tentei, dizia eu, caracterizar todos os filhos de Mondim de Basto: - "Aqui, os homens parecem assumir a telúrica dimensão/Dos elementos circundantes/E sem parecer o que são/ São autênticos gigantes/ De granito..."

Tive o grato prazer de ser acompanhado pelos meus amigos do Grupo Coral de São Cristóvão e pelos guitarristas Carlos Ribeiro e Manuel Marinho, que, brilhantemente, interpretaram as músicas do nosso imaginário colectivo. A minha esposa Maria Luísa, que me acompanha constantemente e que me dá a força e a inspiração para todos os projectos, cantou com o grupo, bem como o meu irmão Abel e a minha cunhada Manuela. A minha filha Margarida leu os poemas inseridos no texto e a minha filha Ana Luísa montou e projectou o acompanhamento visual de que me servi para a apresentação.

Os Mondinenses apreciaram e aplaudiram este retrato "à la minuta" e muitos deles, bastantes mesmo, tentaram sensibilizar-me para que publicasse o texto original.

Mesmo considerando que ele fora escrito para determinado momento e que esse momento não se voltaria a repetir, mesmo sem ter a beleza do acompanhamento musical e mesmo sem ter o apoio e a força das imagens projectadas, não resisti ao desafio de deixar para os vindouros o eco bairrista que nele prespassa de lés -a-lés.

Não tem pretensões literárias, não tem pretensões estéticas, não tem pretensões históricas, cientificas ou formais e corresponde, sobretudo, à herança cultural e patrimonial de que somos legítimos herdeiros universais.

Muito, mas muito mais, haveria para dizer sobre o que é "Ser Mondinense", mas o pouco que fica dito, fica escarrapachado com todo o sentimento.

Com alma e com coração. Apaixonadamente, confesso eu !

Com a mesma paixão com que ouvi o senhor Presidente da Câmara Municipal da minha terra, Fernando Carvalho Branco Pinto de Moura, mondinense dos quatro costados e o primeiro de todos nós, contar, montes de vezes, todas as histórias deste livrinho, retratar, com evidente emoção, todas as figuras que aqui retrato e evocar com saudade, com sensibilidade e com nostalgia todos os momentos que eu pretendi que aqui fossem evocados.

Quero confessar, publicamente, toda a admiração que lhe dedico e deixar profundo reconhecimento...

in Ser Mondinense