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Compreendo

ArteAzul-Atelier

 

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As lojas chinesas estão a tornar-se uma praga, graças à pouca cultura que a nossa gente tem. Cada vez que compram um produto chinês, nós os portugueses e Portugal, ficamos mais pobres. Além disso, ao comprarmos produtos chineses estamos a empurrar mais portugueses para o desemprego.

Digam-me o que é que os comerciantes chineses compram nas lojas portuguesas? Porque é que não têm, também, alguns produtos portugueses nas suas lojas? O que me parece é que eles praticam um quase racismo comercial, relativamente aos produtos portugueses. A forma de os fazer mudar de estratégia é, ao entrar nas suas lojas, questioná-los, pedir-lhes produtos portugueses. Se sabem que somos nós que lhe demos dinheiro a ganhar, também deviam pensar um pouco em retribuir e não só mandar dinheiro para a China. A maior parte dos produtos chineses não têm qualidade, pelo que lembramos: «quem se veste de ruim pano, veste-se duas vezes no ano.»

Carteirinha

Carteirinha de senhora

O Atelier tem vindo a realizar uma série de pequenas bolsinhas em croché de dimensões reduzidas, mais ou menos 11cm X 6cm X 6cm. Apresenta-se agora uma peça ligeiramente maior, 27cm X 15cm X 10cm, uma pequena carteira, utilizando-se do mesmo modo a técnica de croché.

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Batik

Batik com pingos de cera e tintas para tecido

O Batik é uma técnica muito antiga que pode aplicar-se em túnicas, vestidos, lenços, roupas de cama e de mesa, etc. Lave-se previamente o tecido a pintar para retirar a goma e coloque-se esticado em cima de uma mesa. De uma vela acesa deixem-se cair pingos de cera em algumas partes do tecido que se vai inclinando para que escorra.

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Abstração na Pintura

Abstração ou abstracionismo

Expressão espontânea com formas simples

A abstração é um processo que consiste em separar alguns aspetos ou propriedades de um objeto e tratá-los isoladamente, considerando exclusiva uma das partes que formam um todo. Se, por exemplo, considerarmos apenas as linhas gerais de um edifício e o representarmos com a forma de um paralelepípedo, estamos a fazer uma abstração.

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Pintar Azulejos

Utensílios e materiais

Utensílios e materiais de que nos servimos para a execução de painéis de azulejos, segundo processos tradicionais e artesanais:

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Colar de Croché

Colar com fio de croché dourado

A tendência atual para a diversidade e busca incessante de novos acessórios para o embelezamento das roupas vai ao encontro do trabalho em croché representado na imagem que, não sendo original na ideia, é, contudo, único no esquema.

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Presépio

Representação tridimensional do presépio

Observa-se na imagem pormenor de presépio elaborado no ArteAzul Atelier, composto por pequenas casinhas, inclusivamente a cabana do Menino Jesus, efetuadas pelo processo que temos vindo a expor em artigos anteriores: pequenas caixas de cartão transformadas através de colagens de pedacinhos de casca de pinheiro e escamas de pinhas, servindo estas para representar os arbustos.

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Antropologia e Linguística

Uma proposta de trabalho para ser continuado

Aquando da apresentação do meu livro «As Maias entre mitos e crenças», na Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro em Braga, estiveram, entre os muitos presentes, o Artur Ferreira (Praia) e a esposa, Manuela Bentes.

O Artur já o desafiei a produzir quadros para uma exposição sua em Mirandela e acho que daqui a algum tempo nos vai dar essa alegria.

A Manuela Bentes, que tive a honra de conhecer, ofereceu-me o seu livro «Estudo de Antropologia e Linguística na Região Entre Douro e Minho (Paços de Ferreira)». O estudo incide sobre os usos e costumes e modos de falar do concelho de Paços de Ferreira, em especial da freguesia de Frazão de onde a autora é «natural e reside». A edição é da «PATRIUM – Associação de Defesa e Divulgação do Património», com 140 páginas. A bela capa é do Artur e retrata um casal de pacenses de antanho.

A direcção da PATRIUM classifica este interessantíssimo trabalho de «espantoso estudo académico da nossa região, (…) uma lição de linguística aplicada a Paços de Ferreira».

A autora, na «Introdução», refere que esta obra visa «tentar preservar ou ajudar a perceber o que é a Antropologia, a Etnologia e a Linguística» e «divide-se em duas partes. Uma primeira, teórica, de carácter informativo (…) uma segunda parte, baseada no trabalho de terreno, uma recolha». Considera que este seu trabalho deve ser visto como um início de um trabalho mais exaustivo do concelho.

A primeira parte muito bem documentada, recorrendo a excertos de grande recorte linguístico, a esquemas de comunicação e outros, demonstrando os níveis de língua. O estudo da linguística sob os pontos de vista sincrónico e diacrónico e da antropologia.

Na segunda parte, o trabalho de campo assenta na recolha de vocábulos, com estudo da fonética e grafia e das referências literárias, bem como da análise sociológica, em que entram as expressões, os usos e costumes, as crenças e as alcunhas.

Apesar de não conhecer o currículo da Manuela Bentes, o Artur, em tempos disse-me que tinha vários livros publicados e era Prof.ª universitária. Uma pesquisa na net fiquei a saber que é autora, por exemplo, «Pato Nicolau um “Conto Real”» e outros livros para crianças e como colaboradora do jornal pacense «Imediato» publicou «Crónicas do Imediato».

A autora, a quem damos os parabéns (mas devo ao Artur e à Manuela um livro), considera este livro «uma proposta de trabalho para ser continuado» e deve ser lido por quem gosta de conhecer (ou saber mais) os usos e costumes e modos de falar, e deixamos uma das muitas orações que se diziam e dizem em cada momento e situação:

 

“Santa Senhorinha
Três novelos d’oiro tinha
Um urdia, outro tecia,
Outro espinhela e baço
E espinhaço erguia…”

Borges Coelho

Borges Coelho e a sua visão sobre a História

Nasceu em Murça, em 1928. Foi seminarista e saiu do seminário «convencido de que ia para o inferno». A revista Tabu, encarte do Jornal Sol, de 15 de Junho, distingue dois Transmontanos: António Borges Coelho, historiador e Durão Barroso. Veiga de Lila e Murça. Distam a uma dúzia de quilómetros.

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