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ArteAzul-Atelier

 

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As lojas chinesas estão a tornar-se uma praga, graças à pouca cultura que a nossa gente tem. Cada vez que compram um produto chinês, nós os portugueses e Portugal, ficamos mais pobres. Além disso, ao comprarmos produtos chineses estamos a empurrar mais portugueses para o desemprego.

Digam-me o que é que os comerciantes chineses compram nas lojas portuguesas? Porque é que não têm, também, alguns produtos portugueses nas suas lojas? O que me parece é que eles praticam um quase racismo comercial, relativamente aos produtos portugueses. A forma de os fazer mudar de estratégia é, ao entrar nas suas lojas, questioná-los, pedir-lhes produtos portugueses. Se sabem que somos nós que lhe demos dinheiro a ganhar, também deviam pensar um pouco em retribuir e não só mandar dinheiro para a China. A maior parte dos produtos chineses não têm qualidade, pelo que lembramos: «quem se veste de ruim pano, veste-se duas vezes no ano.»

Picotagem

Pergamano - picotagem

Entende-se por picotagem, numa abordagem simples e abrangente, o ato ou efeito de picotar. Esta palavra significa o processo pelo qual se abrem uma série de furos, por exemplo em papel, material a que nos referimos neste artigo sobre pergamano. A picotagem constitui uma das técnicas para a realização de trabalhos em papel pergamano.

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Técnica de Envelhecimento

Envelhecimento com folha de ouro

Utilizando tintas acetinadas à base de água, o chamado vermelho inglês para a folha de ouro e o azul ou negro para a folha de prata, dão-se duas demãos, deixando secar cada uma delas, sobre a superfície onde vai aplicar-se a folha. Depois de passar mordente espera-se durante 15 a 20 minutos, dependendo da temperatura ambiente.

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Tapeçaria Tecida

Tapeçaria Tecida - significados

Tal como em outras técnicas de artes decorativas, existe um vocabulário próprio para cada uma delas que convém referir. Aqui se apresentam alguns significados de palavras usadas na temática da tapeçaria tecida:

Teia ou urdidura - Estrutura feita de fios que serve de suporte a outros fios e ao seu entrelaçamento.

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Guardanapo Artístico

Colagem de guardanapo artístico e papel de arroz

Habitualmente, o papel de arroz artístico e o papel guardanapo artístico encontram-se em grande variedade nas lojas de artes decorativas. Um e outro têm muitas semelhanças, no entanto existem algumas diferenças que convém realçar: o papel guardanapo apresenta-se precisamente no formato de um guardanapo dobrado, de papel fino e textura suave; o papel de arroz apresenta-se normalmente em folhas de formato A3 em que se nota um papel mais resistente e opaco que o guardanapo, assim como uma textura consideravelmente rugosa.

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Vento

Vento de Janeiro

Vento de Janeiro, vento cieiro.

Castanheiro para a tua casa corta-o em Janeiro.

Quanto mais leis se ditam, mais ladrões surgem.

Pecados Mortais

em tempo de vacas magríssimas

Por excesso de trabalho só pelas 21,45 h de segunda-feira (18) pude escrever a minha crónica semanal. À precisa hora em que na TVI , a pivô Judite de Sousa entrevista o impagável economista Medina Carreira e o prof. Luís Valadares Tavares. Falam do que sabem: os gastos supérfluos do Estado. E salientam um absurdo: em 2012 o Estado gastou mais 2 mil milhões de euros em gastos inexplicáveis, vulgo: papel, informática, viagens, combustíveis, etc. do que em 2011.

Pretendia abordar o tema da comercialização das «Àguas de Portugal». Um tema escaldante porque alguém se lembrou de enriquecer à custa daquilo que a Natureza colocou ao serviço dos seres vivos.

Aquilo que cai do céu ou nasce da terra que trepamos e que, ocasionalmente nos pertence, é registado em nome de compradores de acções que não conhecem outra maneira de extorquir dinheiro ao zé pacóvio (como eu e tantos). E, de repente, vemos os nossos rios a produzir energia para quem nos explora, os nossos terrenos atravessados pelas auto-estradas, as nossas hortas com postes de ferro para transporte de energia, de telefone, de antenas dos telemóveis e televisões.

Num tempo em que o Estado nos rouba descaradamente; em que os políticos violam as leis que aprovam e revogam, sempre que atingem os legisladores; em que despedem os adversários para colocar os seus votantes; que usam o poder que têm e que não têm, mas que julgam ter, para  humilharem uns e endeusarem outros, ouvir uma coisa destas que a TVI difundiu pela voz de dois comentadores insuspeitos, deixa qualquer cristão a pensar com os seus botões... então como se compreende que desde 2012 tenham diminuído os ministros, os secretários de estado, os directores gerais, os motoristas, os assessores, o número de docentes, de serviços públicos e haja mais 2 mil milhões de euros de despesa pública?

Enquanto vou escrevendo, vou escutando estes dois especialistas em contas públicas e para-públicas. Medina Carreira diz que no seu tempo o ministério das Finanças só tinha viatura para o ministro e secretários de Estado. Que agora tem parque automóvel para todos os chefes, assessores, encarregados gerais. 

Ando para trazer a esta tribuna pública alguns exemplos pessoais. Deixo uma síntese que espero documentar em livro. Entre 1 de Fevereiro de 1986 e 26 de Janeiro de 1990, fui vereador a tempo inteiro na Câmara de Guimarães. Desafio, seja quem for, a demonstrar as vezes que me viu, numa viatura da Câmara, fosse conduzida por mim ou com motorista ao meu serviço. Como vereador de pessoal e apesar de ser no meu tempo em que foi implementado o Decreto-Lei 100/84 que obrigava a regulamentação dos departamentos, repartições, secções etc, quando entreguei o pelouro rondava 850 funcionários que era o número que tinha quando o recebi. Hoje esse pelouro tem 1.850 funcionários, todos os políticos com funções, directores de departamento, encarregados de serviços têm viatura distribuída. Não havia no meu tempo qualquer cooperativa, polícia municipal, polícia para os parquímetros. Hoje há três tipos de polícias: PSP, Polícia Municipal, Polícia da Cooperativa Vítrus. Durante os 4 anos fui pago com o dinheiro que recuperei para a Câmara com a descoberta de dois falsos «guardas campestres», que constavam do quadro da Câmara desde 1973. Esses virtuais guardas pertenciam ao ministério das Florestas. Mas recebiam um segundo vencimento da Câmara. Eram promovidos, usufruíam dos escalões, tinham férias e subsídios de férias, recebiam abono de família... Só que nem conheciam a Câmara, nem sequer a ela se deslocavam porque mandavam um portador à tesouraria a quem esta pagava como se fossem os próprios. Ao fim de cada mês vinha um da Florestal de Amarante e outro de Arcos de Valdevez. Juntavam-se com um terceiro na Marisqueira, da Rua de Camões, comiam e bebiam, repartiam a massa pelos três e... O regabofe durou até 1986. Entre 1974 e 1986 nenhum político teve tempo de saber quem fazia o quê. Até que numa reunião de Câmara, perante onze vereadores eleitos, li e foi aprovado entregar o caso ao Ministério Público. Tinham «voado» cerca de 30 mil contos. Nem mais um centavo. Já depois de cessar funções fui chamado, em nome da Câmara para depor como denunciante: 

- Senhores Juízes: estes dois guardas florestais não têm culpa. Culpa tiveram os políticos que deliberaram atribuir um subsídio à Venatória e passaram a servir de mediadores entre o chefe que foi desvinculado do processo-crime, quando deveria ser o maior responsável. Dezoito meses de pena suspensa para cada um dos «guardas campestres» que só o eram no papel, no restaurante e nalguma gorgeta que o chefe da Venatória lhes daria...