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ArteAzul-Atelier

 

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As lojas chinesas estão a tornar-se uma praga, graças à pouca cultura que a nossa gente tem. Cada vez que compram um produto chinês, nós os portugueses e Portugal, ficamos mais pobres. Além disso, ao comprarmos produtos chineses estamos a empurrar mais portugueses para o desemprego.

Digam-me o que é que os comerciantes chineses compram nas lojas portuguesas? Porque é que não têm, também, alguns produtos portugueses nas suas lojas? O que me parece é que eles praticam um quase racismo comercial, relativamente aos produtos portugueses. A forma de os fazer mudar de estratégia é, ao entrar nas suas lojas, questioná-los, pedir-lhes produtos portugueses. Se sabem que somos nós que lhe demos dinheiro a ganhar, também deviam pensar um pouco em retribuir e não só mandar dinheiro para a China. A maior parte dos produtos chineses não têm qualidade, pelo que lembramos: «quem se veste de ruim pano, veste-se duas vezes no ano.»

A palavra "Pergamano"

Pergamano ou "Parchment Craft"

A palavra "Pergamano" ou, na língua inglesa, "Parchment" - que também significa "Pergaminho" - ou mais precisamente "Parchment Craft" é o trabalho artesanal de embelezamento de um determinado papel, o papel vegetal. 

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Simplificar uma Pintura

Processos usados para simplificar uma pintura

Várias formas de simplificar uma pintura podem ser usadas. Contudo, uma boa parte delas tem a ver com a redução do número de pormenores e também com a redução do número de cores e tons. Por exemplo, na representação de uma paisagem, o mais importante é o conjunto.

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Fabricação Manual de Tapeçaria

Tapeçaria Tecida: tempo de execução

Qualquer técnica de artes decorativas poderá ser efetuada, aliás como qualquer outro trabalho, com maior ou menor rapidez. Certamente ninguém terá dúvidas desta evidência. No entanto, a velocidade de execução não condiciona a qualidade da obra na sua vertente puramente artística. Opiniões distintas haverá em relação a esta temática.

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Pinheiro de Natal

Pinheiro de Natal com pinhas

Tal como a Casinha de Natal em que se utilizou a técnica de colagem das escamas das pinhas, o mesmo se poderá fazer na decoração de outros objetos. Este aqui apresentado pela imagem - um pinheiro de Natal -, resultou da utilização da mesma técnica, ou seja, uma a uma, foram as escamas previamente retiradas das pinhas com auxílio de um alicate, procedendo-se depois à sua colagem numa superfície cónica.

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Découpage e Cultura Tradicional

O Découpage e a cultura do Pays-d'Enhaut

Tal como em outras técnicas de arte, também o Découpage, referindo  evidentemente o Découpage na Suiça, especificamente o do Pays-d’Enhaut, tem sofrido influências modernistas em que diferentes opções estruturais de composição são adotadas, como as efetuadas através de motivos assimétricos e abstratos.

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Bandeja de latão antiga

Restauro de bandeja de latão antiga

A imagem fotográfica é de uma bandeja em fase adiantada de restauro. A peça apresentava a cor preta de fundo danificada, assim como a cercadura dourada muito apagada. A parte interior, o florão, relativamente em bom estado, exibia, contudo, alguns pingos de tinta, manchando a composição em alguns pontos. Estes pingos foram já retirados.

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Découpage, segundo Claude Allegri

A importância do Découpage no Pays-d’Enhaut e no Saanenland, segundo Claude Allegri

Claude Allegri resume bem a importância regional do Découpage no Pays d’Enhaut e no Saanenland (Saanen - comuna no cantão de Bern, contígua à comuna de Château-d’Oex no Pays-d’Enhaut): «Esta arte está presente em todos os lugares destas duas regiões através de obras antigas ou recentes que decoram as paredes das instituições públicas, estabelecimentos comerciais e chalés particulares.»

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Azulejaria

Palavras relacionadas com Azulejaria

Azul: em qualquer dicionário da língua portuguesa lê-se que azul significa uma das cores do espectro solar; céu sem nuvens. De uma forma simplificada, cientificamente, a cor é a sensação dada ao cérebro pelos olhos ao observarem os corpos cujos materiais refletem a luz solar. Sem luz as cores não existem.

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A Cor

Pintura a óleo

O elemento que distingue universalmente a pintura, nomeadamente a pintura a óleo, de outras manifestações plásticas é a cor. Tanto no passado como no presente, as obras pictóricas são representações plásticas em que a cor é o elemento principal. O meio material da cor em todas as técnicas de pintura é uma substância corante conhecida como pigmento.

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De médico e de louco

todos temos um pouco

De médico e de louco, todos temos um pouco.

Para a feira e para o moinho não esperes pelo vizinho.

Mais vale pouco, mas certo, do que muito, mas incerto.

O Poema do Pedinte

de Abílio Bastos

Deixem passar o poema do pedinte!
Não lhe coloquem escolhos onde tropece, 
Se ele só junta frases que conhece
E nunca abandona as palavras do seguinte!

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Jovens vão visitar a Assembleia da República

a convite do deputado Luís Ramos

Deputado social-democrata participa na sessão distrital do Parlamento dos Jovens, na próxima segunda-feira

Até ao final do ano lectivo, o deputado Luís Ramos vai organizar uma viagem até à Assembleia da República para 10 estudantes do concelho de Vila Real. 

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A Caixa de Pandora

O ti Quim riu-se

O ti Quim riu-se. Desde uma fundura onde se ouvia  a água a gorgolejar. Percebi uma espécie de canto gregoriano. Como tinha a barba grande, já toda grisalha, e o riso vinha alaranjado, dava a ideia dum solzito que estivesse a romper a nuvem. É que me parece - disse ele, -  que o bico da alavanca bateu numa coisa que não é pedra. Pic, poc, não ouve? Estávamos os dois a abrir uma cova para pôr ali uma cerejeira bical. E contou-me que ás vezes se encontram potes enterrados que tanto podem ser obra de anjo como de diabo, sabe-se lá. Uma ocasião, certo palinórdias lambareiro arrancou o potinho do seu descanso, lá lhe passou pela cabeça que era um tesouro, e sem mais aquelas, sacou a tampa, bruto!: tinha de o mirar e escutar bem, até cheirar e, se fosse preciso uma reza, bota prà frente, que o que lá estava encafuado tinha que dar sinal. Ora o pote pôs-se a vomitar uma coisa assim, como escaravelhos, às ondas sucessivas, teve de fugir e, quando voltou à horta, viu-a toda rilhada, nem uma folheca para amostra. Tal e qual. E o pote e os escaravelhos? - Perguntei. O dianho lá tomou conta deles – respondeu. Se é assim - alvitrei, - vamos tirar essa coisa lá de baixo com muito jeitinho. Tirámos: era de facto a tampa dum pote, só a tampa, velha, revelha e meia esbeiçada. E o pote? Sabe-se lá…Pode ser que uma fada boa levasse a panela das libras e ela esteja por aí. Onde?

Entre dois copos e um isco, contei ao ti Quim a historinha antifeminista da Caixa de Pandora, conforme a li em  Hesíodo, um grego, ti Quim, já do tempo da maria-cachucha. Então é que ele se riu. Olhe que esse Isidro…  que até nem era nada burro. Só tinha um defeito: não gostar de mulheres. Então não vê? Tal lá como cá. Os homens é que as fazem e elas é que pagam as favas. Deus tenha no céu a minha… O ti Quim bebeu outro copo e, então sim, verteu uma lágrima.

in O Rio que Perdeu as Margens