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ArteAzul-Atelier

 

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As lojas chinesas estão a tornar-se uma praga, graças à pouca cultura que a nossa gente tem. Cada vez que compram um produto chinês, nós os portugueses e Portugal, ficamos mais pobres. Além disso, ao comprarmos produtos chineses estamos a empurrar mais portugueses para o desemprego.

Digam-me o que é que os comerciantes chineses compram nas lojas portuguesas? Porque é que não têm, também, alguns produtos portugueses nas suas lojas? O que me parece é que eles praticam um quase racismo comercial, relativamente aos produtos portugueses. A forma de os fazer mudar de estratégia é, ao entrar nas suas lojas, questioná-los, pedir-lhes produtos portugueses. Se sabem que somos nós que lhe demos dinheiro a ganhar, também deviam pensar um pouco em retribuir e não só mandar dinheiro para a China. A maior parte dos produtos chineses não têm qualidade, pelo que lembramos: «quem se veste de ruim pano, veste-se duas vezes no ano.»

Espírito de Abril

Qual Espírito de Abril?

Onde se encontra hoje o tal espírito de Abril de 1974? Está, certamente, silenciado na cobardia de alguns cantores “revolucionários” da altura, vivinhos ainda, feitos hoje com o sistema, dito "democrático", mantido por uma corja de políticos, a quem Zeca Afonso ou Salgueiro Maia, sendo vivos e mantendo a mesma postura, cuspiriam de nojo sobre a farsa em que se tornou a revolução de Abril. Cambada de hipócritas os que se preparam para festejar mais um aniversário perante a ignorância de um povo imbecilizado que tudo permite, como diria Eça de Queiroz. Um país que se tornou num verdadeiro lamaçal de corrupção, num oásis para ladrões e máfias de toda a espécie, num quarto escuro para as forças da autoridade, impotentes, sem coragem, sem capacidades, incrédulas numa justiça a duas velocidades com dois pesos e duas medidas; obrigadas a ensinar os idosos a defenderem-se dos gatunos, quando deveriam acabar com eles. Grandes escritórios de advogados para ricos e os pobres que tirem proveito de rebuçados amargos resultantes de serviços prestados sem dignidade. Maldita "democracia" esta que exige aos mais necessitados um constante apertar de cinto que cai de podre com 36 anos. Porcaria de “estado de direito” em que se premeiam os que perturbam as escolas públicas, chegando-se ao cúmulo de passar de ano, alunos desinteressados e mal educados, com sete negativas. Que baixeza são as “novas oportunidades”. Pelo contrário, alunos com boas classificações, estudiosos e trabalhadores, não conseguem entrar no curso pretendido por duas décimas. Auxilia-se a mediocridade e pergunta-se para que serve a tabuada.

Antigo Hospital de Mirandela

Para onde vai o antigo hospital?

Quando há alguns anos começaram a surripiar as valências médicas do Hospital Distrital de Mirandela (HDM), era por demais evidente que estavam em jogo interesses políticos de Bragança. A luta pela Maternidade foi a mais tenaz e justificada. Andaram com propaganda a gastar o nosso dinheiro com tarjas afrontosas. Na altura disse que só parariam quando reduzissem o HDM a um posto médico. As movimentações para a construção do Hospital Privado da Terra Quente (sinónimo de Mirandela) foram acertadas. O episódio que vou descrever passou-se no ex-HDM mais ou menos como vos conto. A uma paciente marcaram-lhe uma pequena cirurgia para retirar três sinais. No dia, já preparada, aguarda na marquesa que o médico chegue de Bragança. O médico pergunta de sopapo: - qual é o sinal que quer tirar? Responde: - não é um, são três que a médica me disse para tirar. Retorquiu: - só lhe vou tirar um porque estou com pressa.

Depois de lhe ter pedido a enfermeira, lá lhe retirou dois. E ala que se faz tarde! Nem receita de analgésico para as dores. Nada! Até infectaram os cortes. A paciente ao ir pagar as taxas moderadoras, a conta estava alta e metia uma consulta. Consulta de quê? O médico que chega e parte como um foguete, sem olhar para a ficha clínica. Fazem-se contas à vidinha e o Hospital Privado não é longe, dizem que atende melhor e mais barato.

Douro, Paisagem Cultural

Região Demarcada do Douro

Nos últimos anos, a Região Demarcada do Douro tem sido das regiões de Portugal onde o desenvolvimento mais se tem feito sentir. A classificação do Douro, pela UNESCO, em 2001, como paisagem cultural, contribuiu largamente para esse desenvolvimento no ordenamento e gestão do território e valorização ambiental. A evolução da navegabilidade do rio Douro tem sido notória, desde os primitivos barcos rabelos que transportavam o vinho, Douro abaixo, até às caves de Vila Nova de Gaia. Nos dias de hoje, através das eclusas que fazem parte das estruturas das barragens do rio, os barcos turísticos facilmente o percorrem, desde o Porto até à fronteira com Espanha.

A cidade do Porto, por outro lado, tem sido largamente referenciada por entidades ligadas ao turismo mundial como um destino importante e de grande qualidade para passar férias. Deste modo, o número de turistas estrangeiros que sobem o Douro tem aumentado, assim como as unidades hoteleiras e de turismo rural por toda a região. Muitas das Quintas, sem perderem a sua tradicional e principal função que é a cultura da vinha e o fabrico dos vinhos, têm feito melhoramentos nas suas instalações, adaptando-se a uma nova realidade e oportunidade de negócio. Sem se limitarem ao simples acolhimento dos turistas, as Quintas, integradas em entidades amplas de organização como é a Rota do Vinho do Porto, promovem uma série de eventos, dando a conhecer aos visitantes todas as suas atividades. Uma grande animação é dada também à região com o comboio histórico e os desportos náuticos.

Feira de S. Pedro 2015

Feira de S. Pedro 2015, em Macedo de Cavaleiros

Entre os dias 27 de junho e 5 de julho de 2015, realizar-se-á a XXXII edição do certame empresarial Feira de S. Pedro. Diversos setores das atividades económicas da região estarão aí representados, com um espaço muito especial reservado ao Artesanato.

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Colagem Artística

A Colagem artística e o uso de materiais não tradicionais

Colagem com volume de Kurt Schwitters

Um dos artistas contemporâneos que mais usaram a técnica da colagem foi o norte-americano Robert Rauschenberg. Este artista foi muito influenciado pelo Expressionismo e pelo Dadaísmo. O Dadaísmo é uma corrente artística, englobando não só pintores e escultores, mas também escritores, poetas e músicos que, durante e após a primeira guerra mundial, influenciou diversos autores para formas de expressão artística que contrariavam tudo o que estava estabelecido até então.

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Embelezamento de superfícies II

Criar e embelezar superfícies: sugestões

O craquelé e o vintage

Demos conta no artigo anterior de trabalhos que envolvem a criação e embelezamento de superfícies, nomeadamente pequenas caixas fabricadas em madeira.

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A Seda

Criação e pintura sobre a seda

Não poderá fazer-se referência à seda sem que se mencionem as suas origens: a amoreira e o bicho-da-seda. A amoreira é uma planta cujo fruto se designa por amora. O bicho-da-seda, assim chamada à larva do inseto que produz a seda, não se alimenta daquele fruto mas sim das folhas daquela planta. 

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Tapeçaria Bordada

Tapeçaria bordada com pontos lançados

A imagem mostra um exemplar de trabalho efetuado no ArteAzul-Atelier com pontos lançados. Esta técnica está englobada nas técnicas de tapeçaria bordada.

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Padrões de relevo

Relevo em vasos de vidro

Vasos de vidro ou garrafas e copos cujas superfícies constituem padrões em relevo, assim fabricados de origem, são bons elementos e bases de trabalho principalmente para quem pretende iniciar-se na aplicação da técnica de pintura sobre o vidro, de um modo simples e prático. Neste caso, os relevos existentes podem servir de guia para dar largas à pintura, cujos motivos ali estão já desenhados bastando agora decorá-los num exercício de escolha de tons e cores.

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Os Pigmentos

Aclarar e escurecer uma cor

No passado, os pigmentos eram retirados de substâncias naturais (certos tipos de terra, raízes, etc.), posteriormente trabalhadas na oficina, geralmente pelo próprio pintor e seus aprendizes. Para obter o vermelho, por exemplo, pulverizava-se um fragmento de cinábrio, também chamado cinabre ou sulfureto de mercúrio nativo, com uma pequena marreta e o pó era misturado ao óleo.

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Patchwork: embutimento

Na senda do patchwork

Ainda na senda do patchwork embutido, vimos realizando neste final de ano de 2016 uma série de presépios para o Natal, três presépios mais concretamente que, apesar da utilização do mesmo desenho resultante de composição e disposição que efetuámos com as figuras principais, os tecidos aplicados no embutimento são, pelo menos alguns, diferentes.

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Trabalhos Novos em Feltro

Novos Feltros : Outras Artes

Na rubrica ' Outras Artes ' das ' Galerias ' do ArteAzul-Atelier foram inseridas novas imagens de trabalhos recentes efetuados em feltro. Os tons de cor são diversos sendo predominantes os rosas.

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A Cor

Pintura a óleo

O elemento que distingue universalmente a pintura, nomeadamente a pintura a óleo, de outras manifestações plásticas é a cor. Tanto no passado como no presente, as obras pictóricas são representações plásticas em que a cor é o elemento principal. O meio material da cor em todas as técnicas de pintura é uma substância corante conhecida como pigmento.

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O Presépio de Belém

O Presépio em pergamano

Nesta quadra de Natal, os motivos principais de inspiração ao trabalho no ArteAzul-Atelier têm sido as figuras do Presépio de Belém, neste caso esquematizado em folha de papel pergamano com desenho diferente das realizações anteriores. 

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