NOTA ! Este sítio utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes.

Se não alterar os parâmetros do seu navegador, está de acordo. Saber mais

Compreendo

ArteAzul-Atelier

 

Utilizamos cookies para personalizar conteúdo e anúncios, fornecer funcionalidades de redes sociais e analisar o nosso tráfego. Também partilhamos informações acerca da sua utilização do site com os nossos parceiros de redes sociais, publicidade e análise. Ver detalhes

O bragançano, Virgílio Gomes (irmão do ex-governador civil de Bragança) é um dos maiores especialistas nacionais em gastronomia. Semanalmente somos um dos privilegiados com as suas belas e suculentas crónicas gastronómicas que nos ajudam a recordar saberes da gastronomia tradicional, mas, principalmente, à aquisição de novos saberes dos sabores da mesa e do estômago. Uma vez ou outra, damos-lhe o nosso ponto de vista, que ele recebe sempre com a humildade de bom transmontano. É, talvez, esta sua humildade e descrição quando se expõe que ainda o elevam mais. Por isso, sentimo-nos honrados e agradecidos em nos mimar com as suas crónicas de saberes sobre os sabores. Para os que pretendam consultar o seu site, aqui fica: virgiliogomes.com. Desejamos a Virgílio Gomes, autor do livro «Transmontanices - Causas de Comer», que a sua pena nunca se canse.

Três Personalidades Flavienses em Chaves Romana

"Três Personalidades Flavienses em Chaves Romana"
de Manuel José Carvalho Martins

A 3 de Dezembro de 2015, foi apresentado na Biblioteca Municipal de Chaves mais um livro de Manuel José Carvalho Martins, com o título «Três Personalidades Flavienses em Chaves Romana» e prefácio do escritor flaviense, Fernando Cantista Pizarro Bravo. Este livro vem no seguimento dos monográficos sobre Chaves: «Por Aquas Flavias» (4 edições) e «Chaves Romana – A Via Romana XVII».

Ler mais...

Padre Ernesto Sales

Cento-cinquentenário do nascimento do Padre Ernesto Sales

Os 150 anos do nascimento do Padre Ernesto Augusto Pereira de Sales, nascido acidentalmente no Mogadouro em 1864 e vindo para Mirandela, aos três anos, passam a 23 de Novembro próximo.

Ordenado sacerdote em 1887 foi paroquiar Suçães até 1892 e Franco até 1893, passando a ser capelão militar da arma de Engenharia e pároco da Igreja da Graça em Lisboa.

Destacou-se como escritor bem documentado e ajudou imenso o Abade Baçal na sua obra monumental. Da sua obra bibliográfica consta: Notícia Histórica de Nossa Senhora do Amparo de Mirandela (1887), Discurso comemorativo da Batalha do Bussaco (1904), Livro do Soldado para sua educação moral e patriótica (1905), Livro do curso de instrução elementar para praças de pret (1908), Cartilha Militar (1908), Subsídios p/ a biografia do Dr. Francisco da Fonseca Henriques (Dr. Mirandela, médico de D.João V) (1921), Dois Documentos Históricos: O Foral e o Pelourinho da extinta Vila de Frechas (1923), Nosso Senhor dos Passos da Graça, (1925), Bandeiras e Estandartes Regimentais do Exército e da Armada e outras bandeiras militares (separata do Elucidário Nobiliárquico) (1930), Cerâmica portuguesa; a propósito de duas lápides (1932), O Conde de Lippe em Portugal - Comissão de História Militar (1937), A Capela de Nª Sª da Glória (no Bairro da Graça, em Lisboa - 1943), A Igreja da Graça, jazida de 4 governadores da Índia (1947) e Mirandela Apontamentos Históricos de 1250 a 1920 (Vol. I e II, 1950).

À extensa obra temos de juntar, ainda, o inédito «Gente de Mirandela» (1916), sobre o período de 1258 a 1908 e propriedade do Museu de Bragança que o Presidente do Município de Mirandela, Almor Branco, gostaria de publicar.

Esta obra inédita tem estado a ser tratada, ao longo de meses de muito trabalho por Jorge Golias, em colaboração com o professor universitário mirandelense Telmo Verdelho.

Como curiosidade, registe-se que o Padre Sales é primo em 3.º grau do Capitão de Abril e mirandelense, Jorge Sales Golias (e do irmão, José Sales Golias).

A Associação do Museu de Bragança está a preparar um programa próprio para os 150 anos do nascimento do Padre Sales, com conferencistas em que se incluem Telmo Verdelho e Jorge Golias.

O Padre Ernesto Sales é patrono da Biblioteca do Exército, estando esta instituição cultural e militar a elaborar um programa que prevê o convite a Professores universitários para falarem sobre a vida e obra do Padre Ernesto Sales, em que se destaca um padre português no Vaticano que prepara a tese de doutoramento sobre o muito ilustre mirandelense.

O Padre Ernesto Sales fez parte de associações de prestígio. Foi secretário da Comissão de História Militar e pertenceu à Sociedade Portuguesa de Estudos Históricos e à Associação dos Arqueólogos Portugueses.

Pelo seu mérito e acção foi agraciado com o Grau de Cavaleiro e Oficial da Ordem de S. Bento de Aviz. Tem o nome gravado na toponímia de Mogadouro, de Bragança e de Mirandela.

Com ou sem publicação do livro inédito, «Gente de Mirandela», Mirandela poderá homenagear este ilustre Mirandelense, podendo servir-se do Telmo Verdelho e Jorge Golias, especialistas na obra do Padre Ernesto Sales.

Concelho de Santa Marta de Penaguião

O concelho de Santa Marta de Penaguião situa-se entre os da Régua e de Vila Real, apresentando características paisagísticas próprias de um e outro. O concelho de Santa Marta tem, na sua parte sul, uma paisagem de vinhas plantadas em geios - terrenos entre dois muros ou degraus; a parte norte mostra a rudeza da serra do Marão.

Apesar da sua pequena área, o concelho de Santa Marta é um dos concelhos do Alto Douro de maior riqueza agrícola, dada a sua abundante produção de vinho de boa qualidade.

A paisagem constituída pelos vinhedos mostra bem a força humana despendida para construir e manter os muros que suportam as vinhas que descem pelas encostas.  É maravilhosa essa paisagem ajardinada, podendo comodamente ser observada numa boa parte, viajando de automóvel da Cumieira para a Régua.

Provérbios (H, I, J, L)

Homem prevenido vale por dois.

Há males que vêm por bem.

Homem pequenino ou velhaco ou dançarino.

Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto.

Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos maus, serás pior do que eles.

Lua deitada, marinheiro de pé.

Lua nova trovejada, 30 dias é molhada.

Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão.

Longe da vista, longe do coração.

Logotipos

Logótipos, símbolos, imagens de marca

Qualquer que seja a atividade, como por exemplo a artística ou a artesanal, poderá requerer um sinal identificativo, específico dessa mesma atividade ou do seu mentor ou executante ou ainda o conjunto dos dois. Uma imagem identificadora, sendo original, evidentemente, ou um simples lettering ajudará, certamente, na divulgação de produtos ou serviços. Surgem, assim, os logotipos ou logótipos, os símbolos e imagens de marca.

Ler mais...

Craquelar

Técnica para Craquelar

Para craquelar uma superfície utilizam-se dois produtos que, normalmente, podem adquirir-se num kit próprio em lojas de artes decorativas. Designaremos por "dois passos" os dois procedimentos principais para a execução do craquelado e que dizem respeito à aplicação dos dois produtos: base para craquelar e craquelador.

Ler mais...

Tabuleiro de Estanho

Técnica Richelieu

Este tabuleiro foi executado com um trabalho minucioso em folha de estanho, aplicando a técnica do richelieu. Depois de passar o desenho do papel vegetal para o lado avesso do estanho com um buril de ponta fina, esse desenho é novamente marcado, agora sem o papel vegetal, de modo que as linhas fiquem bem visíveis pelo lado direito e, por sua vez, com um determinado relevo.

Ler mais...

Pinheiro de Natal

Pinheiro de Natal com pinhas

Tal como a Casinha de Natal em que se utilizou a técnica de colagem das escamas das pinhas, o mesmo se poderá fazer na decoração de outros objetos. Este aqui apresentado pela imagem - um pinheiro de Natal -, resultou da utilização da mesma técnica, ou seja, uma a uma, foram as escamas previamente retiradas das pinhas com auxílio de um alicate, procedendo-se depois à sua colagem numa superfície cónica.

Ler mais...

Pintura "Alla Prima"

À primeira

Até ao século XIX, os pintores, desconhecendo o conceito da pintura "Alla Prima" e que se dedicavam à paisagem trabalhavam quase todo o tempo no atelier, saindo apenas para fazer esboços e rápidas anotações ao ar livre. Este método de trabalho fazia com que as cenas pintadas parecessem artificiais. Eram, muitas delas, paisagens idealistas e abstratas, sem nada que as identificasse com alguma região ou país.

Ler mais...

Patchwork Embutido

Retalhos de tecido e utilização de um suporte especial

Com a utilização de retalhos de tecido, à partida parecendo não servirem para nada, ou então recortes feitos de propósito obedecendo a um projeto para um trabalho artístico mais elaborado, poderão encontrar-se belos motivos e obras em tecido maravilhosas e cheias de brilho para decorar. 

Ler mais...

Tapeçaria e Luz

Tapeçaria: a luz expressa pelas lãs

A imagem representa uma tapeçaria em fase adiantada de execução. Todos os trabalhos que executamos, e os de tapeçaria tecida não fogem à regra, são exclusivamente para fins decorativos, neste caso particular, para decoração de paredes interiores. As tapeçarias poderão pendurar-se simplesmente ou colocadas em molduras de uma forma mais ou menos complexa.

Ler mais...

Padrões de relevo

Relevo em vasos de vidro

Vasos de vidro ou garrafas e copos cujas superfícies constituem padrões em relevo, assim fabricados de origem, são bons elementos e bases de trabalho principalmente para quem pretende iniciar-se na aplicação da técnica de pintura sobre o vidro, de um modo simples e prático. Neste caso, os relevos existentes podem servir de guia para dar largas à pintura, cujos motivos ali estão já desenhados bastando agora decorá-los num exercício de escolha de tons e cores.

Ler mais...

A Tapeçaria desde os Tempos Antigos

Em que era terá o homem começado a tecer?

Não se sabe exatamente quando começou a ser praticada a Tecelagem. Naturalmente surgiu com a necessidade tal como outras descobertas. Já na era paleolítica foram encontradas, em locais arqueológicos, agulhas finas que poderiam ter sido utilizadas para tecer. Há registos de um prato com a ilustração de um tear horizontal que datam aproximadamente de 4000 a.C., e pinturas com figuras de mulheres trabalhando num tear datadas de 2000 a.C.

Ler mais...

Presépio em patchwork

Construção de um presépio com a técnica patchwork

Na época natalícia a inspiração acontece de um modo natural, pelo acontecimento, a celebração do nascimento de Jesus e a festa da família. Deste modo, os ambientes das nossas casas tornam-se calorosamente luminosos e as cores sobressaem vistosas e alegres. As compras de objetos e arranjos florais tornaram-se um hábito e é neste sentido que incentivamos a uma certa criatividade e simplicidade, metendo as mãos na massa, realizando, ou pelo menos contribuindo para a construção de uma boa decoração interior, singela mas carregada de significado, efetuando, porque não, uma ou outra obra de trabalhos manuais, exercitando e dando lugar à capacidade artística.

Ler mais...