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ArteAzul-Atelier

 

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Bandeja de latão antiga

Restauro de bandeja de latão antiga

A imagem fotográfica é de uma bandeja em fase adiantada de restauro. A peça apresentava a cor preta de fundo danificada, assim como a cercadura dourada muito apagada. A parte interior, o florão, relativamente em bom estado, exibia, contudo, alguns pingos de tinta, manchando a composição em alguns pontos. Estes pingos foram já retirados.

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Flores de Cartolina

Flores de cartolina sobre tela

Uma tela de algodão quadrada, de 30 cm de lado e espessura 4, foi utilizada como suporte para um conjunto de flores elaboradas a partir de cartolina de diversas cores. Deste modo, pelas cores e sua riqueza de expressividade artística, poderá realçar-se a estação da primavera, decorando um espaço interior.

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Seda

Seda: passado e presente

A seda é obtida dos casulos do bicho-da-seda que se cria especialmente para esse fim. Os casulos são enovelados e com o fio obtido é tecida a seda. Na China, os simples mas custosos tecidos de seda eram decorados com signos de escrita e imagem, costume que deu origem à pintura sobre seda atingindo o seu apogeu por volta do ano 1200 d.C..

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Novo Relicário

Relicário Presépio (2)

Como forma de acabamento do relicário a que fizemos referência em artigo anterior, colocou-se uma moldura base de modo a fazer realçar a peça inicial, transformando-a num conjunto harmoniosamente enobrecido.

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Azulejaria

Palavras relacionadas com Azulejaria

Azul: em qualquer dicionário da língua portuguesa lê-se que azul significa uma das cores do espectro solar; céu sem nuvens. De uma forma simplificada, cientificamente, a cor é a sensação dada ao cérebro pelos olhos ao observarem os corpos cujos materiais refletem a luz solar. Sem luz as cores não existem.

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Colagem Artística

A Colagem artística e o uso de materiais não tradicionais

Colagem com volume de Kurt Schwitters

Um dos artistas contemporâneos que mais usaram a técnica da colagem foi o norte-americano Robert Rauschenberg. Este artista foi muito influenciado pelo Expressionismo e pelo Dadaísmo. O Dadaísmo é uma corrente artística, englobando não só pintores e escultores, mas também escritores, poetas e músicos que, durante e após a primeira guerra mundial, influenciou diversos autores para formas de expressão artística que contrariavam tudo o que estava estabelecido até então.

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Ovos da Páscoa

Esquemas e composições

Muitas vezes queremos começar uma obra e precipitamo-nos no improviso, antecipando uma conclusão que nem sempre resultará num bom efeito artístico. Sem desvalorizar o trabalho "à primeira" - efetuado de repente -, expressivo e reflexo de sentimentos e sensações momentâneos, convém, contudo, em nosso entender, pelo menos em trabalhos que requerem alguma minúcia de pormenores, conceder algum tempo à escolha e esquematização de algumas ideias.

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Arte Francesa

Arte Francesa: tridimensional em papel

A "arte francesa" é uma técnica das artes decorativas, em papel, que consiste na sobreposição sucessiva de recortes dos vários elementos de estampas iguais e colagem com fita adesiva dupla de determinada espessura ou silicone transparente.

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Mufla

Funcionamento da Mufla

Depois de efectuado todo o trabalho de pintura sobre os azulejos com vidrado em cru, e para conclusão da obra, procede-se à sua vidragem.

Depois da colocação dos azulejos nas gazetes, estas são introduzidas na mufla que será fechada. Apenas um pequeno orifício existente na porta permite alguma "respiração" entre o interior quente e o exterior.

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Villa Real Alegre, o S. João e a Feira de S. Pedro

Villa Real Alegre, o S. João e a Feira de S. Pedro, de J. Ribeiro Aires

A Maronesa Comunicação Social/Notícias de Vila Real faz a todos o convite para assistirem ao lançamento do livro Villa Real Alegre, O S. João e a Feira de S. Pedro, da autoria de J. Ribeiro Aires, que  terá lugar no Salão Nobre do Centro Cultural Regional de Vila Real, no Largo de S. Pedro, no próximo dia 17 de Junho,  pelas 21h30 minutos, com a participação especial da Companhia Filandorra Teatro do Nordeste.

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Cristãos

Mas que tipo de cristãos, estes...

O Senhor D. António Santos não merecia esta carga de trabalhos

O Senhor D. António Santos não merecia esta carga de trabalhos, que a arrogância e malícia de certas pessoas se servem para semear joio na ceara de trigo. O caso já se arrasta do tempo de D. Manuel Clemente, que pelos vistos discordou dos gastos feitos pelo padre Roberto Carlos com a aquisição duma estátua de homenagem a um outro pároco de Canelas. Em Abril toma posse D. António Santos e no Verão procede, como é normal, à transferência de sacerdotes (41). Entre eles, o padre Roberto Carlos, que não aceita de bom grado a transferência, reagindo de forma pouco ortodoxa para quem se comprometeu a ser obediente ao seu bispo.

Por essa ocasião começam também a circular cartas anónimas que põem esta freguesia de Vila Nova de Gaia em pé de vento, sem que ninguém saiba o que de verdade se passa. Pior ainda é quando tempos depois o padre Roberto Carlos aparece como autor de uma carta dirigida a D. António, a modos de chantagem, ameaçando que ou o deixava ficar onde estava ou tornava público um caso de pedofilia ocorrido em 2003, com um seu colega em Duas Igrejas (Braga). Se é verdade o que denuncia, devia ter participado às autoridades policiais, e não servir-se do segredo para fazer chantagem. Chantagem a que D. António Santos não cedeu e antes exigiu que saísse até fins de Outubro.

E vai de entregar um assunto que não é de Igreja às autoridades competentes. Já lá está o novo pároco, pese as centenas de manifestantes que teimosamente não aceitam a decisão do pastor diocesano. São atitudes lamentáveis, mas que também servem para sacudir as folhas secas, que os ventos outonais deixaram agarradas nos galhos… Ou se quisermos, casos de polícia. E digam lá se isto não é mesmo um caso de policia: “A partir de 09 de Novembro, dia da tomada de posse do novo padre, centenas de populares decidiram não assistir à missa, concentrando-se à porta da igreja com bandeiras pretas, cantando e gritando “A igreja passou a tribunal, só saem com escolta policial” ou “Padre é só um, Roberto e mais nenhum”. Mas que tipo de cristãos, estes.

O último Coronel de Abril

O último Coronel (de Abril), Eng.º Jorge Golias

Já me referi ao Jorge (Sales) Golias várias vezes e em vários aspectos. Mas, podia recomeçar pela sua grande humildade e estatura moral e cívica. Como seu amigo, sabia que todos os «Capitães de Abril» tinham sido promovidos ao posto de «Coronel» pelos serviços prestados e por alguns, de uma forma ou de outra, acabarem por serem prejudicados nas suas promoções.

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Baixo Corgo

Região do Alto Douro

Interesse dos ingleses pelos vinhos do Douro

Muito se deve às populações durienses do passado que souberam dar resposta ao gosto dos ingleses pelo Vinho do Porto.

Como foi referido em artigo anterior sobre o Douro, os vinhos desta região eram cultivados, entendemos hoje, numa área reduzida cujo centro era a cidade de Lamego. Com a assinatura do Tratado de Methuen, em 27 de Dezembro de 1703, Portugal comprometia-se a importar os têxteis britânicos e a Inglaterra os vinhos de Portugal, sendo já famosos nesse tempo os vinhos do Douro. A implementação deste tratado que reduzia largamente os custos aduaneiros teve como consequência imediata um aumento substancialmente grande na exportação dos vinhos do Douro para Inglaterra, fazendo com que houvesse a necessidade de aumentar a área vinícola da região.

O interesse dos ingleses foi tal que começaram a chegar inúmeros comerciantes e a estabelecerem-se nas zonas ribeirinhas do Porto e Gaia onde os ainda hoje existentes armazéns do Vinho do Porto começaram a ser construídos. Este foi e ainda é um ponto estratégico e geograficamente ideal para a comercialização e exportação do Vinho do Porto. Pelo rio Douro, os barcos rabelos faziam chegar as pipas cheias de vinho ao cais de Gaia. Aqui eram armazenadas, pois chegou-se à conclusão que este lugar, próximo da foz, mantinha as condições climáticas ideais para o envelhecimento do vinho. Além disso, o mar ali tão perto constituía o canal direto para o seu transporte rumo a Inglaterra.

Sobretudo durante a primeira metade do século XVIII, as terras inclinadas e inóspitas do vale do rio Douro transformaram-se em sucalcos suportados por muros de pedras de xisto. Aí, foram plantadas milhares e milhares de videiras, dando origem às vinhas e à transformação completa da paisagem na sub-região conhecida ainda hoje por Baixo Corgo. Só mais tarde, por diversas fases, a região vinícola do Alto Douro se foi estendendo, rio acima, nas duas margens, até à fronteira com Espanha.

A imagem mostra as três sub-regiões do Alto Douro. A sub-região do Baixo Corgo está assinalada a verde.