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ArteAzul-Atelier

 

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Ouriços no São João

do tamanho de um botão

S. João molhado, se é mau para o pão é bom para o gado.

Os ouriços no São João são do tamanho de um botão.

Quem quer festa, sua-lhe a testa.

O Notícias de Mirandela

E vão 59 anos para o Notícias de Mirandela

O Jerónimo Pinto, Director do Notícias de Mirandela, é muito cioso das datas dos aniversários deste jornal regional e o que mais serviço público tem prestado na Terra Quente. Entenda-se Terra Quente como melhor aprouver, amigo leitor, porque tanto significa a vasta região dos municípios da Terra Quente, de características climáticas únicas a norte Tejo, como o seu coração, o Município de Mirandela. Certo, certo, é que são 59 anos de serviço público e de agente cultural para Mirandela e concelhos vizinhos, ao longo de quase seis décadas.

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Ditos sobre Maio

Ditos sobre o mês de Maio

Maio atrevoado, ano temperado.

Maio frio, Junho quente, bom pão, vinho valente.

Maio frio, Junho quente, trazem o lavrador contente.

Maio que não dá trovoada, não dá coisa de nada.

Maio quente, traz o diabo no ventre.

Maio sem trovões, é como um homem sem tomatões.

Maio sem trovões é como um burro sem orelhões.

Maio trigão, Agosto milhão.

Maio, mês das flores, de Maria e dos amores.

Mal vai o maio, se o boi não bebe na pegada.

Míscaro de Maio, vede-o e deixai-o.

Não há Maio sem trovões, nem burro sem... orelhas.

Não há Maio sem trovões, nem moço sem calções.

Quando o Maio chegar, quem não arou há-de chorar.

Quando chove pela Ascenção, até as pedrinhas dão pão.

Quando em Maio arrulha a perdiz, ano feliz.

Quem semeia depois de Maio, semeia para o gaio.

Se soubesse quando era a quinta-feira da Ascenção, nem o passarinho punha o bico no chão.

Trigo, quer serôdio quer temporão, fica em Maio em grão.

Um de Maio: vê se te levantas cedo senão entra-te o Maio pelo cu acima.

Tantos dias de geada terá Maio, quantos de nevoeiro teve Fevereiro.

Quem não come castanhas no 1º de Maio, monta-o o burro.

Quem quiser bem à vizinha, em Maio dê-lh`a sardinha.

Primeiro de Maio corre o lobo e o veado.

O Maio tem fama e o Junho é que engana.

O percebe e o salmão, em Maio estão em sazão.

O pó de Maio, cura as frieiras.

O touro, o galo, a truta e o barbo, no mês de Maio.

Por onde o Maio passou, tudo espigou.

Pão tremês, não o comas nem o dês; guarda-o para Maio.

Quem em Maio relva, não tem pão nem erva.

Quando cantar a cotovia em Janeiro, não faltam geadas em Maio.

O bom paio, vem de Maio.

Peixe de Maio, a quem o pedir, dai-o.

O meu amor anda tolo, cortou o cabelo em Maio, ficou leve do miolo.

 

in As Maias entre mitos e crenças, de Jorge Lage

Os Autores do Mirandelês

Biografias

Mirandelês - os autores: Jorge Sales Golias, Jorge Lage, António João Lima Rocha e Hélder Rodrigues

 

JORGE SALES GOLIAS

                                                                                      

Nasceu em 1941, em Mirandela. Após o ensino secundário feito no Colégio de Nossa Sra. do Amparo e o antigo 7º ano do Liceu de Vila Real, cursou a Academia Militar (Exército - Arma de Transmissões). Licenciou-se em Engenharia Electrotécnica. Participou na guerra colonial (Guiné 72-74) e no 25 de Abril de 1974. Foi Chefe de Gabinete do Encarregado de Governo da Guiné, membro do MFA, Assistente do Conselho da Administração dos CTT/TLP e Adjunto do Chefe de Estado-Maior do Exército. Reformou-se em 1992, na patente de Tenente-Coronel, optando depois por uma carreira civil de administração de empresas.

Pertence à Comissão de História das Transmissões, ao Grupo de Amigos do Museu das Transmissões, à Liga dos Amigos do Arquivo Histórico Militar e à Associação 25 de Abril.

É co-autor do livro “As Transmissões Militares - da Guerra Peninsular ao 25 de Abril” e “25 de Abril – 10 Anos Depois”. É cronista do jornal “Notícias de Mirandela”, desde Abril de 2006, onde vem divulgando a História local e temas relacionados com a antiga vila e actual cidade de Mirandela.

 

JORGE LAGE

 

Nasceu em Chelas - Mirandela em 1948. Fez o 5º ano liceal no Colégio Marista de Leiria e o 7º ano no Colégio de Nossa Sra. da Boavista – Vila Real. Foi Oficial Miliciano e serviu, como Capitão do Exército, na Guiné, possuindo a patente de Coronel. Licenciou-se em História em 1977, na Universidade do Porto e fez o Curso de Museologia da Universidade Católica, em Braga.

Foi professor de História e da Educação de Adultos. Foi assessor do Ministério de Educação. Reformou-se em 2008.

Formador certificado pelo Conselho Científico-Pedagógico e Formação Contínua e tem profissionalmente mais de 1000 horas de formação. É Assessor de Imprensa e Coordenador Distrital de Braga do Prosepe/Clubes da Floresta (Projecto Universidade de Coimbra).

Representa o Ministério da Educação no Conselho Coordenador de Segurança Rodoviária (Dist.de Braga) há década e meia.

Foi formador e organizador de acções para os Conselhos Executivos das Escolas e Delegado Distrital (Braga) de Segurança das Escolas, durante treze anos, com louvor do Ministério da Educação.

Jornalista e investigador colabora há cerca de 25 anos na imprensa regional e específica de Ambiente e Floresta.

É autor dos livros: “A Castanha Saberes e Sabores” em (3ª edição) e “Castanea - uma dádiva dos deuses”( 2ªedição). Os seus livros são objecto de estudo em Escolas e Universidades. Está fichado no “Dicionário dos Mais Ilustres Transmontanos e Alto Durienses, onde é autor de várias dezenas de fichas e da monografia de Valpaços. A publicar “As Maias entre mitos e crenças”.

Foi-lhe atribuída a medalha da Irmandade de Vinhos Galegos – Galiza. É sócio fundador de associações de índole cultural, de solidariedade e gastronómica e sócio nº 1 da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro em Braga e “ser transmontano é uma religião”.

 

ANTÓNIO JOÂO LIMA ROCHA

 

Nasceu em Mirandela em 1941.

Frequentou a Escola Primária e o Colégio Nossa Sra. do Amparo até ao 5º ano, concluindo em Vila Real e depois Bragança, o 7º ano dos Liceus.

Licenciou-se em Educação Física (1973-1974) no INEF – Instituto Nacional de Educação Física.

Foi professor de Educação Física e fez especialização do Curso de Peritos Orientadores Escolares e Profissionais, do Instituto de Orientação Profissional da Universidade Clássica de Lisboa, tendo trabalhado nos vários graus de Ensino e no próprio Instituto, como professor Conselheiro de Orientação Escolar Vocacional e Profissional (1985-1997), com carteira profissional de Psicólogo do Ministério do Emprego. Fez o 3º Curso de “Formação para a Cidadania” do Instituto de Defesa Nacional, em parceria com a Universidade Católica. Como bolseiro do Ministério da Educação, fez pós-graduação, com aproveitamento na parte curricular do 1º Mestrado de Desenvolvimento da Criança, na FMH - Faculdade de Motricidade Humana, da Universidade Técnica de Lisboa (1997-1999).

Aposentando-se desde 2003, frequenta a USILDA – Universidade Sénior Intergeracional de Lisboa e Algés, nas actividades de Grupo Coral e Cavaquinho, integrando também a Tuna Académica.

 

HÉLDER RODRIGUES

 

Nasceu há cinquenta e seis anos em Macedo de Cavaleiros, onde a mãe exercia funções docentes. Pelos dois anos de idade veio residir para Mirandela, terra da sua grande paixão, onde fez os seus primeiros estudos. Tem residência em Mirandela e em Carrazeda de Ansiães.

É professor licenciado, (aposentado) do Ensino Básico e licenciado em Letras pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Em 2004 concluiu o Mestrado em Antropologia Social e Cultural pelo Departamento de Filosofia e Antropologia da Universidade de Santiago de Compostela. É certificado pelo Conselho Científico-Pedagógico e pela Formação Contínua ( Braga) e durante alguns anos, dedicou-se à formação de professores na área de Português.

Foi co-fundador do jornal mirandelense “Terra Quente” e da “Rádio Ansiães”. Tem colaborado em vários jornais regionais e colaborou no Jornal de Notícias. Actualmente é colaborador-residente do jornal “Notícias de Mirandela”, onde publicou o seu primeiro texto pelos quinze anos de idade.

Na actividade literária para além de ter obtido vários prémios em concursos de âmbito nacional e regional, vem registado nos IV e V volumes de Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea (Edições Orfeu) e no I Volume do “Dicionário dos mais Ilustres Transmontanos e Alto-Durienses” de Barroso da Fonte.

É autor das seguintes obras: ”A Pedra na Boca” (poesia – 1989); “Contos de Pedra” (contos - 1996); “A Salto” (contos 1999) ; “A Festa de Santa Eufémia” (monografia-2002 ) e “Ciganos – Percurso de Integração e de Reivindicação da Identidade” (Tese de Mestrado – 2006).

Shabby Chic

Shabby Chic - um estilo de decoração

Shabby Chic é uma criação de Rachel Ashwell, nascida no Reino Unido, inspirada no costume dos ingleses de aproveitamento das coisas antigas e tradicionais, constituindo um estilo rebuscado, belo, romântico que abrange diversos modos artísticos e decorativos, onde se empregam a suavidade das cores pastel e se representam elementos naturais, por exemplo em acabamento de móveis; na decoração de caixas, quadros, candeeiros, álbuns, almofadas, toalhas e outros objetos; com colagem de rendas, pérolas, rosas, pequenos alfinetes, medalhões, etc., fazendo composições harmoniosamente suaves e inspiradoras de tranquilidade e serenidade.

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Restauro

Restauro de imagem de Santo António

A imagem de Santo António em referência é de madeira e estava pintada a preto. Antes do início da nova pintura, idealizou-se o resultado final e daí fez-se uma seleção das cores a aplicar. Sendo a peça de cor preta, deram-se várias demãos de tinta, principalmente nas superfícies que iriam agora ser claras, como os rostos, as mãos, os pés e as vestes do menino que faz parte da imagem.

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Celebrar o Natal

Decorações para o Natal

Fazendo parte da cultura e tradições dos portugueses, dos europeus em geral e de muitos povos de todo o mundo, o Natal é, sobretudo para os cristãos, uma grande festa de celebração do nascimento de Jesus – o Menino Jesus. Esta é, sem dúvida, a razão da grande alegria e regozijo – a festa da Natividade.
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Pergamano Cartão

Cartão em Pergamano

O trabalho representado na foto resulta da técnica sobre papel pergamano na realização de um cartão (16cm X 9cm) que poderá servir como cartão de convite, cartão de felicitação ou de participação de um evento.

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Bijutaria

Aplicação de diversos materiais na bijutaria

Bijutaria, também designada por Bijuteria, é uma técnica que consiste na execução de pequenas peças que servem para adorno. São inúmeros os materiais que podem ser utilizados para peças de bijutaria: correntes, metais, arames, cerâmica, contas, cristais, fios e fitas, missangas, pérolas, etc. Os suportes para aplicação destes materiais podem ser, do mesmo modo, muito variados.

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Mensagens Artísticas

Imitação de livros antigos

As mensagens artísticas a que nos referimos e que temos vindo a efectuar no Atelier dizem respeito à imitação de livros antigos a partir de, por exemplo, listas telefónicas desactualizadas. O objectivo desta técnica é realçar o aspecto artístico com sinais de envelhecimento num conjunto harmonioso, normalmente de tonalidades douradas, onde é inscrita uma mensagem.

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Camisola de Inverno

Peça de vestuário: camisola

para senhora, efetuada manualmente com fio de lã

O ArteAzul-Atelier utiliza as lãs, não apenas na execução de trabalhos de tapeçaria tecida artística, com o auxílio de um tear simples, mas também na manufatura de peças de vestuário como a que apresentamos na imagem.

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O Tear do Atelier

Tear: estrutura em madeira

Basicamente, de um modo geral, existem dois tipos de teares: 1. horizontal que, nos primórdios, ficava próximo ao chão (hoje em dia, permanecendo na posição horizontal, fica mais alto, permitindo maior conforto ao tecelão); 2. o vertical que fica em pé.

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Tapeçaria: técnica e arte

Arte e qualidade de execução técnica

A relação entre o que é arte e as formas técnicas de a alcançar é um tema que pode ser refletido e estudado nas diversas expressões artísticas, com particular incidência nas artes visuais. Nestas, hoje em dia, os partidários das ideias liberais são desprovidos de interesses no que diz respeito à utilização de espartilhos artísticos como as correntes e as modas. A única exigência é, de facto, a não exigência, isto é, a completa liberdade de execução, tanto no que diz respeito aos materiais e suportes como aos instrumentos usados.
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Muitas maneiras de pintar

Pintar um quadro

O pincel e a espátula são os instrumentos mais usados para pintar um quadro. No entanto, o modo de aplicar a tinta na tela depende muito de cada artista e da maneira como exprime as emoções. Alguns artistas italianos do século XVI aplicavam as tintas diretamente com os dedos. Ticiano, mestre da escola veneziana, costumava utilizar pincéis apenas na primeira fase da pintura, espalhando as últimas tintas com os dedos. Mais recentemente, os expressionistas alemães do início do século XX serviam-se do próprio tubo de tinta para aplicar as cores na tela.

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