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ArteAzul-Atelier

 

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Flûtes

"Flûtes" ao estilo veneziano

Limpa-se a peça com álcool para lhe retirar qualquer gordura existente. Primeiramente, com a ajuda de uma pequena esponja, cobre-se com "frost" prata a superfície exterior do copo e a base, para adquirirem um aspeto ligeiramente opaco e texturado.

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Caixas Decorativas

Pequenas caixas de madeira decoradas com recortes de guardanapo

Um dos objetos apropriados e mais apreciados para utilizar a técnica de decoração com recortes é uma caixa de madeira. Esta pode facilmente ser transformada num elemento decorativo e também num objeto de utilidade, como por exemplo um atraente guarda-jóias.

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Quem não sabe manhas

não come castanhas

Quem não sabe manhas, não come castanhas.

Dia de S. Silvestre, despede-te deste, para entrar noutro pior que este.

Quem com a canalha se mete, lavado se deita, cagado se alevanta!

Ser Mondinense

Ser Mondinense é ser Ibero em primeiro lugar

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- SER MONDINENSE é ser uma mistura explosiva de tribos e de raças, de credos e de religiões, de povos invasores, conquistadores navegadores, pastores agricultores que aqui chegaram da Ásia, do Médio Oriente, da Europa Central e de muitas outras proveniências.

Ser Mondinense é ser Ibero em primeiro lugar, guerreiro galaico imortalizado pela adulterada estátua de Basto, é ser Celta por transfusão, pertencer aos Saefes, da tribo das serpentes que fundaram Ophidusa e que esculpiram motivos serpentiformes nos Palhaços, no Castrueiro e nas lages da nossa Pirâmide Sagrada.

Ser Mondinense é pertencer aos Pharos e Pharusos das tribos de Aarão, irmão e sucessor de Moisés, que acabou por conduzir o povo eleito até à terra prometida. É ser semita e Cananeu, adorador da Rainha Phary, ou Pharina, dos egípcios, simbolizada como vaca, como touro ou então como bezerro, o tal de ouro da rebelião junto do Monte Horeb, forjado e moldado com os brincos e as pelicanas das mulheres judias no deserto do Sinai, o tal bezerro que se encontra no topónimo Bezerral, em Vilarinho, na nomenclatura do ribeiro Bezerrão da Senhora da Graça e na lenda do bezerro de ouro que uma moura encantada guarda religiosamente na Mina dos mouros que vai desaguar no Rio Tâmega junto do calhau do Furato. O mesmo bezerro que se transforma em Ochelooó, o touro sagrado Lusitano e que corresponde ao topónimo Bilhó, o mesmo bezerro de que se transforma em Bubali, o mítico touro celta e que corresponde ao nosso querido Bobal.

Ser Mondinense é pertencer à belicosa tribo dos Tamecanos referida na coluna vial de Chaves, guardadores do rio e da Montanha, moradores da lendária cidade de Canìnia ou Cinínia que ousou enfrentar e dar uma magnífica lição de coragem e hombridade às legiões do poderosíssimo César, comandadas pelo Cônsul Décio Juno Bruto, numa passagem exemplar que a pena de Valério Máximo imortalizou: - "Os nossos avós não nos deixaram ouro para comprar a avidez do exército romano, mas deixaram-nos ferro quanto baste para lutarmos contra ele".

Ser Mondinense é, portanto, ser capaz de enfrentar o maior exército do mundo, saber que se vai morrer na batalha mas, mesmo assim, dar lições de grandeza e verticalidade às nações mais poderosas do planeta.

Ser Mondinense é ser celta da tribo dos Nemetanos, druidas do bosque sagrado e adoradores do menhir da Pedra Alta que baptizaram de Volóbriga, ou seja, o petouto de Briga, a pedra da Deusa ou a pedra da Cidade, que ainda hoje continuamos a caiar de branco e onde aparecem, à noite, chamas votivas de adoração...

in Ser Mondinense