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ArteAzul-Atelier

 

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Da tradicional à azulejaria moderna

Azulejaria - Painel Moderno

Tal como a arte em geral, a azulejaria tem passado por processos de transformação, tanto nas técnicas como nos elementos de composição. A pintura em azulejo e as suas técnicas têm sofrido alterações ao longo dos tempos, num processo normal de evolução.

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Relicário

Relicário Presépio

Este relicário, como mostra a imagem, foi o primeiro efetuado no ArteAzul Atelier. Como em qualquer outro trabalho do qual não há conhecimento exato da técnica, foi necessário estudo e pesquisa para encontrar a solução de alguns problemas que se nos deparam com a realização de alguns pormenores. Mas nem sempre se encontram essas soluções com facilidade. Um trabalho de experimentação, optando pelos materiais que melhor se adequam à execução, é fundamental.

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A "Arte da Fibra"

Tapeçaria ou "arte da fibra"

A tapeçaria ou "a arte da fibra", como hoje é conhecida, é a vertente artística que mostra as relações entre a tradição e as tendências mais modernas dos nossos dias. Até à década de 1960 o método era a reprodução artesanal de motivos criados pelo artista pintor. A partir daí foram introduzidos novos métodos de pensamento e de experiência e notou-se um envolvimento do próprio autor na criação da tapeçaria.

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Relicários e Registos

Semelhanças entre relicários e registos

Um relicário, conforme é definido no portal de Liturgia Católica (Conferência dos Bispos de França) - Portail de la Liturgie Catholique - é uma caixa na qual são conservadas relíquias, significando estas, como nos informa o dicionário de língua portuguesa online “priberam”, parte de um corpo de um santo ou objeto que lhe pertenceu ou serviu para seu suplício ou ainda coisa considerada de grande valor por ser rara ou antiga.

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Profundidade e contrastes

A sensação de profundidade e contrastes luminosos

Especialmente na pintura de paisagens devemos ter bem a noção de espaço para melhor o representarmos. De um modo geral, nas paisagens naturais, esse espaço é amplo no sentido da profundidade, isto é, o primeiro plano deve parecer bem distanciado dos últimos, que, na maioria dos casos, são a representação da linha do horizonte e do céu.

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Colagem de Papel

Colagem de Papel sobre uma Superfície

A técnica de colagem é um trabalho artesanal que consiste na fixação de motivos de papel em objetos. Esses motivos de papel são fixos com o auxílio de cola transparente e posteriormente envernizados com sucessivas camadas. Em primeiro lugar, deve ter-se especial cuidado na escolha dos papéis que contêm os motivos. Eles devem ter uma espessura suficientemente forte e resistente para suportarem com facilidade as diversas camadas de verniz.

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Decorações com vidro

Pintando o vidro

Tantos modos de pintar o vidro!

São incontáveis as técnicas de que nos servimos para pintar sobre vidro em objetos concretos ou em simples quadros de superfícies planas. Recortam-se de várias maneiras: quadrados, retângulos e todos os polígonos e mesmo em círculos ou formas irregulares.

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Restauro

Restauro de imagem de Santo António

A imagem de Santo António em referência é de madeira e estava pintada a preto. Antes do início da nova pintura, idealizou-se o resultado final e daí fez-se uma seleção das cores a aplicar. Sendo a peça de cor preta, deram-se várias demãos de tinta, principalmente nas superfícies que iriam agora ser claras, como os rostos, as mãos, os pés e as vestes do menino que faz parte da imagem.

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Luminosidade das Cores

Efeitos luminosos

A Física ensina-nos que a luz do sol, ao atravessar as gotas de água da chuva, decompõe-se nas sete cores do arco-íris: violeta, anil, azul, verde, amarelo, alaranjado e vermelho. Por isso costuma dizer-se que "luz é cor". Assim, se queremos reproduzir a luz em toda a sua intensidade, devemos fazê-lo por meio de cores. Contudo, não basta aplicar tons claros ao lado de tons escuros, pois isso dar-nos-ia apenas o volume das formas e a relação entre luz e sombra, e não a verdadeira luminosidade das cores naturais.

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Camilo Gravado a Ouro

Três Rios Abraçam o Coração

Os nomes possuem importância religiosa e mágica, poder significativo. Camilo tem a sua origem no nome de um deus dos Cabírios, com ligação a Mercúrio, chamado o Camilo dos deuses... 

Nasceu a 16 de Março de 1825, em Lisboa.

Imaginativo e intuitivo com uma natureza sensível, volúvel e instável. Regido por Neptuno simbolizando o inatingível e o extraordinário. É o planeta da fantasia e dos sonhos.

Camilo ultrapassou a falta dos pais, usando com mestria a sua aptidão invulgar, nada convencional - e comunicou como ninguém as contradições que caracterizam a alma humana: o amor e a maldade, a alegria e a tristeza, a felicidade ou a falta dela...

Vila Real, em Trás-os-Montes, recebe esta criança predestinada e precoce, contava então 10 anos de idade, ficando aos cuidados de uma tia. Aí, na Região Demarcada do Douro, sendo a mais antiga região vitícola demarcada e regulamentada do mundo, o jovem andarilho cresce, estuda e escreve...

Seguidamente, passa a viver em casa de sua irmã mais velha, em Vilarinho de Samardã. Aqui a natureza é deslumbrante e austera, propiciando a este observador exímio a sua excepcional e invulgar capacidade de transferir para o papel o seu interesse precocemente manifestado, repleto de imaginação e pormenor, sem perder o essencial, dando-lhe uma dimensão inesperada, inexplicável, mágica e misteriosa...

A voz de Camilo continua na Obra que nos legou. Rio de memórias, dom divino, imaginação, sentimento, estado de espírito e pensamento, sincronicidade, profundeza da alma, busca de uma sabedoria superior, tudo e todos temos lugar e sentido na Ordem Cósmica...

Camilo legou-nos o seu fio. O fio é um símbolo da vida e do destino humano tecido por um poder divino...

A obra de Camilo deve ser assumida com distintibilidade idêntica à dos criadores que repousam no Panteão.

in Três Rios Abraçam o Coração

O livro "Três Rios Abraçam o Coração" é da autoria de Manuela Morais e traz à lembrança Camilo Castelo Branco, o artista plástico Espiga Pinto e o poeta Fernão de Magalhães Gonçalves. A edição é da Tartaruga e a capa de Espiga Pinto.

Pranto do Agricultor Desconhecido

Senhora dos Montes Ermos,
minha vida um ermo é.
Também um monte que subo,
cada vez com menos fé.

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Montanha Sagrada

Que não se perca o que levou décadas a construir

A obra que por iniciativa do padre Manuel Guedes arrancou aquando da reentrega do santuário de Nossa Senhora da Graça à paróquia de São Pedro de Vilar de Ferreiros é hoje motivo de louvor e admiração de quantos sobem ao cimo do Monte Farinha, mas muito mais para quem anterior a 1960 conheceu aquele famoso santuário mariano. A vinda por essa ocasião deste laborioso sacerdote para coadjutor do Abade Morais de Miranda foi providencial e por certo desejo de Nossa Senhora pois carecia ali de quem lhe cuidasse bem do seu trono de granito e miradouro inconfundível do Norte de Portugal, também conhecido por “pirâmide verde” ou “montanha sagrada”. 

Mas só quando já pároco da freguesia, após a morte do Abade Miranda, a 09 de Janeiro de 1967, é que os sinais desse labor começam a ganhar forma no terreno e a vontade férrea do Padre Guedes com a colaboração dos paroquianos e a indispensável generosidade dos peregrinos e romeiros de Nossa Senhora da Graça e do Santinho, Santiago, se mostra imparável como ainda hoje ali se verifica. Com ele merece louvor um saudoso Manuel Lopes e o sobrinho Mário Borges que integrados na comissão fabriqueira do Santuário quase desde o início da tomada de posse do Padre Guedes como pároco nunca lhe regatearam lealdade e colaboração. O Mário que tem sido incansável na dinamização das obras, até no solicitar ajuda económica a quem a possa prestar, mesmo após a aposentação do padre Guedes, continua disponível para dar apoio ao novo pároco, Padre João Paulo. Que não se perca o que levou décadas a construir.

Produzir no Campo

Produzir no campo para a sustentabilidade

Há anos que persigo e pratico esta ideia de consumir, de preferência, os produtos da região em que vivemos. Por isso, as lavradeiras e lavradores que vendem no Mercado de Braga (terças, quintas e sábados) me conhecem o rosto. Esta ideia tenho-a defendido em alguns textos. Acho que se o Cavaco Silva, quando era Primeiro-ministro, não se tem deixado subornar pela União Europeia estaríamos melhor. Só não percebo por que a gente simples do povo adivinhava isto e os letrados e políticos embarcaram no faz-de-conta?! Agora, é com alguma satisfação que vejo a primeira revista do Ministério da Agricultura, «Rede Rural Nacional», incentivar esta prática sustentável e ecológica, promovendo «circuitos curtos agro-alimentares – produzir e consumir localmente».

Traz os locais onde se consomem produtos locais e até se fazem entregas de cabazes de bons produtos frescos. Pode ser consultado o site www.rederural.pt, ou pedir informação 218442391 ou Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.. Mirandela tem todas as condições para incrementar a venda de produtos locais, pelo menos com uma feirinha por quinzena. O turismo podia ser o motor deste pequeno comércio ecológico. Os Produtos devem ser mesmo e só os locais ou dos concelhos limítrofes, porque os consumidores sentindo-se enganados desistem.