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ArteAzul-Atelier

 

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Anne-Marie Vallotton-Saugy

Le Découpage d'Anne-Marie Vallotton-Saugy

Anne-Marie Vallotton-Saugy pertence a uma família com fortes tradições na arte do Découpage. Um dos seus familiares, Louis Saugy, falecido em 1953, foi um dos mais importantes artistas precursores desta interessantíssima, bela e minuciosa arte tradicional do Pays-d’Enhaut, na Suiça, de quem tivemos já a oportunidade de referir em artigo anterior.

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Flores de Cartolina

Flores de cartolina sobre tela

Uma tela de algodão quadrada, de 30 cm de lado e espessura 4, foi utilizada como suporte para um conjunto de flores elaboradas a partir de cartolina de diversas cores. Deste modo, pelas cores e sua riqueza de expressividade artística, poderá realçar-se a estação da primavera, decorando um espaço interior.

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Velas de Natal

Decoração de Velas para o Natal

As velas são objetos valiosos e muito expressivos na decoração de interiores, principalmente no período final de cada ano com a celebração do Natal. As velas são sinal de luz orientadora, de amor fraterno e bem estar familiar. Juntando-as a outros elementos decorativos, podem obter-se verdadeiras composições e arranjos artísticos, utilizando os tons fortes complementados pelas nuances subtis das cores mais serenas.

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Tecidos para Patchwork

Variedade cromática de tecidos

Atualmente, existe uma enorme variedade de tecidos de algodão apropriados para trabalhos de Artes Decorativas. Pode afirmar-se que a gama de tecidos existentes, com cores, tons, luminosidades e padrões constituem um mundo maravilhoso de composições com inúmeros elementos decorativos que, por si só, fazem já parte da própria arte.

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Exuberância das Cores

Cores intensas e variedade textural

As cores nos seus tons mais exuberantes, enquadrados num ambiente de luminosidade suficiente, não exageradamente intensa, podem estabelecer uma verdadeira obra de arte na ligação de vários elementos decorados segundo técnicas distintas a intensificarem texturas, dando ao conjunto uma variedade artística enriquecedora.

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Flûtes

"Flûtes" ao estilo veneziano

Limpa-se a peça com álcool para lhe retirar qualquer gordura existente. Primeiramente, com a ajuda de uma pequena esponja, cobre-se com "frost" prata a superfície exterior do copo e a base, para adquirirem um aspeto ligeiramente opaco e texturado.

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Tapeçaria e Luz

Tapeçaria: a luz expressa pelas lãs

A imagem representa uma tapeçaria em fase adiantada de execução. Todos os trabalhos que executamos, e os de tapeçaria tecida não fogem à regra, são exclusivamente para fins decorativos, neste caso particular, para decoração de paredes interiores. As tapeçarias poderão pendurar-se simplesmente ou colocadas em molduras de uma forma mais ou menos complexa.

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Luz e Luminosidade

A Luz e o tratamento da luminosidade

O quadro representado ao lado foi pintado por um dos artistas que mais se empenharam em estudar os efeitos luminosos na paisagem - o pintot espanhol Joaquín Sorolla (1863-1923). O destaque dado à luz e o tratamento da luminosidade revelam a influência dos impressionistas e fauvistas no estilo do autor.

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Reciclagem de Papel

Papel Reciclado

Utilização de papel velho cortado, água e plantas secas para a obtenção de papel reciclado. Com a reciclagem do papel, misturando outros elementos, poderemos obter diferentes texturas que, combinadas harmoniosamente, resultam em trabalhos de grande interesse decorativo e, eventualmente, utilitário.

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Apresentação do livro "refugo"

refugo

da autoria do médico pneumologista, Dr. António Passos Coelho

refugo é já o seu segundo livro de poesia e faz parte do conjunto de uma dezena de livros (contos, crónica e romance)

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Erros da História de Portugal

Somam e Seguem

Pior a emenda do que o soneto

O Diário da República de 25 de Junho último publicou a Lei nº 23/2012 que extingue os seguintes feriados: Corpo de Deus; 5 de Outubro; 1º de Novembro e 1º de Dezembro.

É claro que ninguém gosta de perder direitos adquiridos. E nunca como hoje a perda desses direitos foi tão desassombrada. No tempo do Estado Novo nenhum funcionário do Estado, a título algum, poderia ser desclassificado, roubado, extorquido daquilo que auferira e que era uma segurança à prova de bala. E essa segurança provinha da lei inviolável, já que os sindicatos não tinham o peso que têm hoje. E os políticos eram de outra estirpe, de outra coerência, de outro planeta...

A redução de quatro feriados foi menos grave do que a extinção dos subsídios de Férias e de Natal. Mesmo assim ressentem-se menos esses prejuízos que logo foram contestados, nomeadamente o 1º de Dezembro que pretende assinalar esse dia de 1640, também conhecido pela  Restauração de Portugal. Ou seja: o país esteve 60 anos debaixo do domínio filipino. Na noite desse primeiro de Dezembro os corajosos conjurados subverteram a situação e Portugal reconquistou a sua liberdade e independência. Uma data, inegavelmente muito importante para a Nação que nascera 512 anos antes, nos campos de S. Mamede, em Guimarães, em 24 de Junho de 1128. Isto quer dizer que os motivos que deram origem a este feriado nacional, remontam a 372 anos. Mas Portugal nascera 512 anos dessa data. Será que a de 1640 foi mais importante do que as anteriores, como: 1128 (S. Mamede), 1139 (Ourique) e 1385 (Aljubarrota)?

É discutível. Mas diz o povo que não há amor como o primeiro. Não será por acaso que as pessoas valorizam mais o dia do seu nascimento do que qualquer outro. E todos os povos comemoram a data da sua emancipação. Lamentavelmente Portugal que é dos países mais antigos da Europa, nunca decretou feriado nacional no seu dia de anos.

Os mais famosos historiadores Portugueses (e escrevo esta nota no dia 20, em que morreu José Hermano Saraiva) chamaram ao 24 de Junho de 1128 a Primeira Tarde Portuguesa. E até diz a lenda que a Senhora da Luz, que anualmente se venera nesse dia, em Creixomil, onde a Batalha se terá travado, fez o milagre do prolongamento da luz do dia para que a batalha se concluísse com a claridade dessa tarde de Verão.

A Sociedade Histórica da Independência de Portugal abriu os braços ao Movimento 1º de Dezembro e celebraram um protocolo de cooperação, condensando em sete parágrafos tendentes a obter apoio moral e financeiro, a favor da primeira Instituição que promoverá uma subscrição nacional, em benefício da SHIP, sendo que esse Movimento deverá fundir-se naquela primeira entidade patriótica. A Sociedade Histórica cederá para esses fins as magníficas instalações do Palácio da Independência, em Lisboa e, em consonância perfeita, todos contribuirão para os fins que levaram à celebração desse protocolo: «defender a Língua e a Cultura Portuguesas, bem como a Independência e Identidade do nosso País». Finalmente competirá a essas duas Instituições afins assinalar e promover as celebrações oficiais que visem a dignificação da data e do seu simbolismo.

Essa declaração de constituição circula  on line, com o intuito de esclarecer os destinatários que podem subscrevê-la e integrar-se nos fins em vista.

Tudo bem. Como sócio honorário aplaudo esta conjugação de esforços e não me repugnaria subscrever os objectivos.

Há, contudo, um pressuposto que como Jornalista, como amigo da História de Portugal, como cidadão e como agente de cultura, devo chamar à atenção, quer da Sociedade Histórica de Portugal, quer do Movimento 1º de Dezembro. Essa luta e oportuna reivindicação deveria prosseguir no intuito de purificar, reavivando o 1º de Dezembro, mas não proclamá-lo como o Dia um de Portugal. É que poderemos estar todos bem intencionados, com um nacionalismo à flor da pele, tentando acertar o passo com a cronologia historiográfica. Mas será pior a emenda do que o soneto, como é costume dizer-se. Cometeremos um erro calamitoso, quase contra natura, porque a Restauração apenas se chama assim pelo facto de restaurar algo que já existia, desde há 512 anos. Podem alegar que será um mal menor. Teremos, pelo menos um dia nacionalista. Mas então proponham que o dia 10 de Junho, impropriamente chamado de Portugal, deixe de ser feriado, por troca com o 24 do mesmo mês. Dessa forma acerta-se o passo com a cronologia histórica, o 10 de Junho que apenas pretende assinalar a morte de Camões, passará a ser o dia do aniversário da Pátria, da qual Luís de Camões foi dos filhos mais ilustres de quase nove séculos de História.

Estarei, de alma e coração com esta proposta que terá o apoio incondicional da esmagadora maioria dos Portugueses. Não se criam mais feriados. Apenas se manterá, com esta proposta, o dia da Restauração e se mudará o 10 de Junho para a data da Pátria que se restaurou, porque já exista desde 1128.

R&C Moura Têxteis

«Boa obra» na R&C Moura Têxteis, Lda - Penafiel

O episódio que vos vou contar e que fui protagonista tocou-me a alma. Em 2003, o Município de Valpaços decidiu criar a Confraria da Castanha, com número de pessoa colectiva, estatutos aprovados e escritura notarial. Depois tentou-se arranjar o traje, com várias consultas, que nunca satisfizeram o município. Dessas diligências fui ter, com a ajuda de amigo, a Penafiel, à empresa de confecções Moura e Filhos, situada na Zona Industrial, Lote 16, na Tapadinha – Guilhufe, concelho de Penafiel.

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Os incêndios previnem-se pela educação

As nuvens negras de fumo espalham-se na atmosfera de Braga, as cinzas pairam no ar e acabam por cair até nos terraços de casa. Isto incomoda imenso, faz-nos reflectir. Porquê?

Os incêndios florestais são um flagelo terrível pelo que gastam em meios aéreos e terrestres, pelo mal que causam ao país e pelos danos no Ambiente e na Floresta.

Um comissário europeu da tutela foi avisando que os incêndios se devem prevenir, porque do combate, na maioria dos casos, só quase restam cinzas e um país mais pobre.

A pergunta que nos surge é: - como evitá-los?

As árvores e a Floresta deixaram de ter valor para a maioria da população, a partir de que a nível doméstico passaram a ser vistas como desnecessárias.

Há três décadas atrás grandes áreas do país passaram a ser cobertas com grandes manchas arbóreas de eucaliptos e pinheiros, ao ponto de se destruírem zonas tradicionais de árvores autóctones de folhosas e até ripícolas. Nem os lameiros foram poupados. Tanto as folhosas, como os lameiros funcionavam como corta-fogos naturais.

Mas, para a ambição dos devoradores de fundos da União Europeia todos os palmos contam para facturarem mais uns euros. Porque, depois de se comprar um jipe, vem mesmo a calhar um carro topo de gama ou uma segunda habitação com piscina, no litoral. Depois, ainda é preciso fazer uma vida faustosa para que os vizinhos saibam que se vive bem.

Neste conceito entra em parte a indústria do fogo que movimenta milhões em meios aéreos e terrestres de combate aos incêndios.

Os incêndios tornaram-se, para alguns, um modo de vida e estão institucionalizados. Pensar em emagrecê-los seria problemático para alguma gente influente.

Voltando à prevenção, é difícil compreender por que se gastam muitos milhões a combater as chamas e a apagar as cinzas e se investe tão pouco em prevenção.

Faz vinte anos, no ano lectivo a iniciar, que, na Universidade de Coimbra, surgiram os Clubes da Floresta e se espalharam pelas Escolas do país. Pela dimensão que tomaram começaram a “incomodar” alguns controleiros do poder político.

Provamos que a força da alma e do sonho é mais forte do que as visões mesquinhas de alguns e soubemos cativar com imenso trabalho apoios para a nossa causa.

A mudança de governo e a entrega da pasta da Agricultura e a sub-pasta da Floresta ao CDS/PP faz-nos ter boas expectativas. O CDS/PP tem, a nível parlamentar, apoiado a nossa causa. Causa pública voluntária, porque somos todos voluntários e o que pedimos são irrisórias migalhas do bolo do Fundo Florestal Permanente, para algum apoio logístico. A Coordenação Nacional tem de planear e avaliar o trabalho pedagógico extra-curricular que todos queremos de qualidade.

As Direcções das Escolas/Agrupamentos e os Municípios sabem da qualidade e do mérito deste trabalho voluntário e estão connosco quase sempre que precisamos. Há quem, do exterior, afirme ser o melhor projecto pedagógico extracurricular desde o 25 de Abril, pela genorisidade e envolvência de Professores e Alunos.

Aguardamos que o Secretário de Estado das Florestas dê o apoio mínimo e atempado para os Clubes da Floresta poderem desenvolver as acções necessárias no ano lectivo a iniciar e que para nós é redondo: - vinte anos!

Damos centenas de horas gratuitas ao PROSEPE Clubes da Floresta, mas não faz muito sentido continuar a dar dinheiro do bolso.

É muito mais barato ao país gastar migalhas a sensibilizar a população escolar e as comunidades educativas para a prevenção dos incêndios florestais do que os muitos milhões a apagar, por vezes, cinzas. O que se semeia e cresce no coração das pessoas é para sempre e os incêndios estão a tornar-se tarefas anuais.

Por isso acreditamos que os incêndios se combatem eficazmente pela educação e formar bons cidadãos, mais amigos do ambiente e da floresta não tem preço. Seguir outro caminho só resultaria se houvesse um guardião para cada árvore.